Trump intensifica guerra comercial! Bolsas europeias em queda e Enel dispara. Saiba mais!
A segunda-feira, 23 de janeiro de 2026, foi marcada por um aumento da incerteza nos mercados globais, impulsionado por novas tensões comerciais iniciadas pelos Estados Unidos. O anúncio do presidente Donald Trump de elevar as tarifas sobre produtos estrangeiros de 10% para 15% gerou cautela entre os investidores, resultando em um dia de oscilações para as principais bolsas europeias.
O índice Stoxx 600 registrou uma queda de 0,49%, fechando aos 627,48 pontos, enquanto o DAX em Frankfurt apresentou uma retração de 1,06%, atingindo os 24.991,97 pontos.
Outras bolsas europeias exibiram performances distintas. O FTSE 100, em Londres, manteve-se praticamente estável, com uma leve queda de 0,02%, aos 10.684,74 pontos. Em Paris, o CAC 40 registrou uma perda de 0,22%, fechando aos 8.497,17 pontos. No entanto, as praças do sul da Europa apresentaram resultados positivos, com o FTSE MIB em Milão subindo 0,49%, o Ibex 35 em Madri avançando 0,52% e o PSI 20 em Lisboa saltando 1,71%.
O cenário de incerteza foi amplificado pela política tarifária americana, que ganhou novo contorno com a decisão do presidente Trump de reavaliar as tarifas existentes.
No âmbito das notícias corporativas, o setor bancário se destacou com um aumento de 1,08%, enquanto empresas do setor de matérias-primas avançaram 0,88%, impulsionadas pela valorização de metais como ouro e cobre. Destaque para a italiana Enel, que disparou 6,8% após anunciar um novo plano estratégico trienal, com o objetivo de fortalecer sua posição no mercado de energia renovável.
Em Lisboa, a Nos SGPS subiu 4,3%, contribuindo para a resiliência do mercado local. Em Londres, a JD Sports avançou 3,4% após divulgar um programa de recompra de ações.
O setor de equipamentos para semicondutores apresentou um desempenho mais misto. A ASML Holding registrou uma queda de 0,48%, enquanto a ASM International avançou 0,17%, e a BE Semiconductor ganhou 1,5%. A volatilidade do mercado refletiu a incerteza em torno das políticas comerciais e seus impactos na demanda por produtos de alta tecnologia.
O principal fator de influência na sessão foi o recrudescimento da política tarifária americana, impulsionado pela decisão da Suprema Corte dos EUA que considerou ilegal o mecanismo utilizado pelo governo para impor as tarifas anteriores. Trump, por meio da rede Truth Social, anunciou que revisaria as alíquotas de tarifas, buscando alternativas legalmente permitidas.
A União Europeia busca maior clareza sobre o novo programa tarifário americano e discute a possibilidade de adiar a ratificação de um acordo comercial com os Estados Unidos até que haja maior previsibilidade.
Em paralelo, indicadores macroeconômicos, como o índice de confiança empresarial Ifo na Alemanha, que subiu para 88,6 em janeiro, sinalizaram uma recuperação gradual da maior economia da zona do euro. Esses dados, embora importantes, foram ofuscados pela crescente incerteza geopolítica e comercial.
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