Trump Agressa Colômbia e Venezuela, Propõe Operações Militares na América Latina

Trump acusa Colômbia e Venezuela de “doentes” e ameaça ação! 🇺🇸 O presidente critica duramente países vizinhos e sugere nova “Doutrina Monroe”. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Tensão na América Latina: Trump Reforça Críticas a Colômbia e Venezuela

Em declarações feitas durante uma entrevista concedida a bordo do Air Force One, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, qualificou a Colômbia como um “vizinho doente que gosta de vender cocaína para os Estados Unidos”. O presidente colombiano, Gustavo Petro, também foi alvo de críticas, com Trump afirmando que “não ficará lá por muito tempo”.

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O mandatário americano expressou preocupação com a situação e sugeriu que Washington poderia realizar operações contra fábricas de cocaína localizadas no território colombiano, embora não tenha especificado um cronograma ou detalhes sobre como essas ações poderiam ser implementadas.

Trump justificou uma postura mais ativa dos EUA no hemisfério ocidental, argumentando que “a Colômbia não está do outro lado do mundo, mas ao lado dos Estados Unidos”. Ele reiterou a importância de garantir a estabilidade regional, defendendo a aplicação da chamada doutrina “Don-Roe”, uma atualização da Doutrina Monroe, que visa orientar a atuação dos EUA na América Latina.

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A declaração do presidente americano reflete uma preocupação crescente com o tráfico de drogas e sua influência nos Estados Unidos.

Além da Colômbia, Trump também abordou a situação na Venezuela, classificando o país como um “vizinho doente”. Ele afirmou que Washington tem um interesse direto em garantir a estabilidade na região, enfatizando a necessidade de países vizinhos serem “viáveis e bem-sucedidos”.

Essa declaração sugere uma abordagem pragmática em relação à política externa dos EUA na América do Sul, focada na segurança e na estabilidade regional.

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A declaração do presidente Trump representa um momento de alta tensão nas relações entre os Estados Unidos e alguns países da América Latina, especialmente em relação ao combate ao tráfico de drogas e à busca por soluções para os desafios políticos e econômicos da região.

A postura mais firme do governo americano sinaliza uma possível intensificação da pressão diplomática e, potencialmente, militar, para alcançar seus objetivos na América Latina.

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