Trump acusa aliados de serem “covardes” e promete escalada no conflito com o Irã! 🚨 Oito semanas de guerra e a tensão atinge níveis críticos. Saiba mais!
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manifestou nesta sexta-feira (20) sua oposição a qualquer tipo de cessar-fogo no Irã, classificando a ideia como “covarde”. Em declarações à imprensa na Casa Branca, Trump argumentou que não se pode propor um acordo de pausa nas hostilidades quando o “adversário está literalmente aniquilando” o outro.
O comentário surge em um momento crítico, com o conflito no Irã já atingindo o 21º dia, iniciado em 28 de fevereiro.
A Casa Branca, por sua vez, anunciou que os Estados Unidos possuem a capacidade de “neutralizar” ilhas iranianas, como a de Kharg, no estreito de Ormuz, caso recebam a ordem do presidente. O conflito, que até então se restringiu a ataques aéreos, corre o risco de se intensificar com a possível chegada de tropas adicionais do corpo de Fuzileiros Navais americanos.
O Irã, por sua parte, demonstra resiliência, com o líder supremo, Mojtaba Khamenei, declarando que o “inimigo foi derrotado” em uma mensagem pública para celebrar o Nowruz, o Ano Novo persa.
Khamenei também negou acusações de que as forças armadas iranianas ou seus aliados na região teriam realizado ataques a países como Turquia e Omã. A ausência do líder supremo Ali Khamenei, que faleceu em um ataque aéreo no início da guerra, foi notada.
A situação se agrava com a crescente tensão e a possibilidade de um ataque terrestre iminente.
Em um momento de retórica agressiva, Trump criticou aliados que se mostraram relutantes em se envolver militarmente para controlar a rota marítima do Estreito de Ormuz. Em sua plataforma Truth Social, o presidente escreveu: “COVARDES, E NÓS LEMBRAREMOS!”.
Essa declaração ocorreu após o Reino Unido se recusar a participar ativamente do controle da área.
Em resposta, o Reino Unido autorizou os Estados Unidos a utilizar bases britânicas para atacar instalações iranianas no Estreito de Ormuz, como parte de suas “operações defensivas” contra o Irã, conforme informado por Downing Street. A medida inclui operações defensivas americanas destinadas a neutralizar locais e capacidades de mísseis utilizados para atacar navios na região.
Desde o início do conflito, em 28 de fevereiro, Londres já havia autorizado o uso de duas bases britânicas para realizar “operações defensivas” contra o Irã e enviou meios aéreos para apoiar seus aliados na região diante dos ataques de drones iranianos.
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