Trump ataca a Suprema Corte e promete “salvar o país”! Discurso recorde expõe confronto direto com o Judiciário e defesa de tarifas. Saiba mais!
Na noite de terça-feira, 24, o presidente americano, Donald Trump, proferiu um discurso do Estado da União que ultrapassou os 107 minutos de duração, estabelecendo um novo recorde para eventos desse tipo. O republicano, em um momento de crescente pressão política, apresentou uma defesa firme de suas políticas e um otimismo cauteloso em relação ao futuro do país, especialmente em relação ao ano eleitoral de 2025.
O evento, realizado em Washington D.C., reuniu atletas, heróis nacionais, veteranos de guerra e membros da guarda costeira, demonstrando o esforço do presidente em consolidar apoio popular. Trump enfatizou a importância do patriotismo e da economia, buscando transmitir uma imagem de estabilidade e progresso, apesar dos desafios enfrentados pelo país.
Um dos pontos centrais do discurso foi a defesa das tarifas comerciais impostas por Trump, uma medida que gerou controvérsia. Apesar de uma recente decisão da Suprema Corte americana que invalidou parte das tarifas, o presidente insistiu que a economia americana estava se beneficiando, argumentando que os EUA estavam lucrando com as sanções impostas a outros países.
Trump afirmou que as tarifas estavam “salvando o país” e que o lucro tarifário poderia, um dia, “tirar um grande peso financeiro dos ombros do povo que amo”.
O presidente demonstrou insatisfação com a decisão da Suprema Corte, chamando-a de “veredito infeliz”. Anteriormente, Trump havia expressado sua desaprovação em relação aos juízes que compõem o órgão, acusando-os de falta de patriotismo.
Apesar disso, o presidente apertou as mãos de todos os juízes presentes, incluindo Amy Coney Barrett, que havia sido nomeada durante seu primeiro mandato.
Trump também abordou a questão da economia, culpando os democratas pelos altos custos de vida. Ele destacou a queda nos preços de bens como ovos, carne e combustível, embora esses preços não tenham apresentado uma queda significativa. O presidente propôs um plano para abordar o “custo esmagador do setor de saúde”, buscando redirecionar os subsídios federais para os consumidores, mas o plano não ganhou força no Congresso.
O discurso também abordou questões de política externa, incluindo as negociações com o Irã. Trump afirmou que os EUA estavam em busca de uma resolução diplomática, mas expressou ceticismo em relação às declarações do líder do Irã, Aiatolá Ali Khamenei.
O presidente também condenou o regime iraniano, acusando-o de ser o maior patrocinador do terrorismo.
Trump reiterou sua postura firme em relação à imigração, criticando os democratas por permitir uma “invasão das fronteiras”. Em um momento marcante do discurso, o presidente pediu aos presentes que se levantassem caso concordassem que o dever principal dos oficiais eleitos era proteger os cidadãos americanos em vez de imigrantes que entraram no país ilegalmente.
Essa declaração gerou críticas e protestos, mas também recebeu apoio dos republicanos.
O discurso do Estado da União de Donald Trump foi uma defesa vigorosa de suas políticas e um apelo ao apoio popular. Apesar dos desafios enfrentados pelo país, o presidente buscou transmitir uma mensagem de otimismo e confiança, reafirmando seu compromisso com a economia, a segurança nacional e os valores americanos.
O evento sinalizou uma estratégia de campanha focada em temas como tarifas, imigração e a insatisfação com a economia, buscando mobilizar o eleitorado republicano para as eleições de 2025.
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