Trump cobra participação na escolha do novo líder do Irã!
Preocupado com a nomeação de Mojtaba Khamenei, filho de Ali Khamenei, o ex-presidente Trump busca voz no futuro do Irã. Crise no Irã com ataques e tensão internacional!
O presidente Donald Trump expressou a necessidade de participar do processo de escolha do novo líder supremo do Irã, demonstrando preocupação com a nomeação de Mojtaba Khamenei, filho de Ali Khamenei. Em entrevista ao site Axios, Trump fez paralelos com sua participação na nomeação de Delcy Rodríguez, presidente interina da Venezuela, após a detenção de Nicolás Maduro, comparando a situação com a importância de ter voz nesse processo crucial para o futuro do Irã.
A Assembleia de Especialistas do Irã teria selecionado Mojtaba como o próximo líder supremo, uma informação divulgada pelo canal Iran International, sediado em Londres. No entanto, a situação se agrava com os recentes ataques dos Estados Unidos e Israel contra o prédio da Assembleia em Qom, onde a eleição deveria ocorrer.
A agência de notícias iraniana Fars negou a presença de pessoas no local no momento do ataque, sem confirmar oficialmente os detalhes.
Trump revelou que a maioria dos candidatos que seu governo havia considerado para a liderança do Irã já faleceu. Ele sugeriu que a seleção se estenderia para um novo grupo de candidatos, possivelmente incluindo a possibilidade de uma terceira onda de escolhas.
O presidente também descartou a candidatura de Reza Pahlavi, filho do ex-ditador Mohammad Pahlavi, embora o considerasse “um cara legal”, preferindo uma escolha interna para o regime.
“Faz sentido colocar alguém que está presente, que é popular atualmente, se é que existe tal pessoa”, afirmou Trump, demonstrando uma abordagem cautelosa e estratégica na avaliação dos possíveis sucessores de Ali Khamenei.
Mojtaba Khamenei, de 56 anos, é o segundo filho mais velho de Ali Khamenei e também um aiatolá, ocupando uma posição de destaque dentro do clero islâmico xiita. Ele serviu no exército iraniano durante a Guerra Irã-Iraque e liderou a milícia Basij na repressão aos protestos de 2009.
Embora já fosse considerado um possível sucessor de seu pai, a situação se intensificou com a eleição, que ocorreu sob pressão da Guarda Revolucionária.
A Guarda Revolucionária, uma das instituições mais poderosas do Irã, desempenha um papel fundamental na preservação do regime e da República Islâmica. No entanto, a entidade é vista como conservadora por muitos iranianos e foi recentemente designada como terrorista por diversos países, incluindo Estados Unidos, Israel, Argentina, Austrália, entre outros.
A escolha do líder supremo do Irã é um momento crucial para o país, com implicações significativas para a política regional e internacional. A reação de Trump demonstra a importância estratégica da nomeação e a preocupação com a influência de atores externos, como os Estados Unidos e Israel, no futuro do Irã.
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