Trump desconfia de apoio a Flávio Bolsonaro e aprofunda divergências com Brasil

Trump dificilmente apoiará Flávio Bolsonaro! Analista prevê mudanças nas relações EUA-Brasil. Saiba mais.

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(Imagem de reprodução da internet).

Apesar de laços de proximidade com o ex-presidente Bolsonaro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, dificilmente dará um apoio formal à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência, avalia Nicholas Zimmerman, fundador da consultoria Dinâmica Americas e ex-diretor para o Brasil no Conselho de Segurança Nacional durante a gestão de Barack Obama.

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Zimmerman enfatizou que, no momento atual, é improvável que Trump conceda um endosso forte a Flávio Bolsonaro ou a qualquer outro candidato brasileiro.

Influências e Possíveis Mudanças

Zimmerman ressaltou que, embora possa haver influências de figuras como Roger Stone, que utilizam plataformas como o Twitter, a Casa Branca tende a focar em questões políticas e estratégicas. Ele acredita que a relação entre os Estados Unidos e o Brasil está se tornando mais centrada na política, em vez de uma relação bilateral entre os governos em exercício.

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Relações Bilaterais e Imprevisibilidade

O analista comparou a situação com a relação entre Donald Trump e o primeiro-ministro indiano Narendra Modi, destacando a imprevisibilidade dos líderes e a possibilidade de mudanças rápidas nas relações internacionais. Ele observou que ambos os líderes possuem visões distintas e que uma conversa entre eles pode levar a desentendimentos.

Contexto Político e Eleitoral

Zimmerman também apontou que a relação entre o Brasil e os Estados Unidos tem se intensificado em relação à política, em vez de uma relação entre os Estados. Essa dinâmica se acentuou após o apoio do ex-presidente Bolsonaro à reeleição de Trump em 2020, com a utilização do boné MAGA por membros do Partido Democrata, o que nunca foi esquecido.

Relações em Evolução

O ex-diplomata concluiu que a relação entre os dois países tem se tornado cada vez mais focada em questões políticas, e que é improvável que retorne a uma dinâmica anterior. Ele acredita que a relação entre Lula e Joe Biden, além de Kamala Harris, tem impulsionado essa tendência, com foco em estratégias políticas de longo prazo.

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