Diálogo entre Presidentes dos EUA e Venezuela Busca Encontro
O presidente dos Estados Unidos realizou uma conversa telefônica com o presidente da Venezuela no último fim de semana, conforme divulgado pela Jovem Pan News nesta sexta-feira (28). A ligação ocorreu em um momento de crescente tensão diplomática entre os dois países.
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Fontes próximas à reportagem confirmaram que a discussão girou em torno da viabilidade de um encontro bilateral nos Estados Unidos, porém, até o momento, nenhuma data ou local para a reunião foi definido.
Um ponto de destaque na conversa foi a participação do Secretário de Estado, conhecido por suas críticas contundentes ao governo de Nicolás Maduro. A presença do alto cargo americano demonstra a importância que Washington atribui à questão venezuelana.
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Os detalhes específicos do diálogo permaneceram confidenciais, sem que informações sobre os temas abordados fossem divulgados.
A ligação telefônica se deu em um contexto delicado, antecedendo a inclusão do Cartel de los Soles na lista de organizações terroristas estrangeiras, pelo Departamento de Estado. Essa medida representa um duro golpe à estrutura criminosa e intensifica a pressão sobre o governo de Maduro.
Washington acusa o líder venezuelano de estar por trás das ações do cartel.
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Apesar da postura firme de Trump, que havia sinalizado abertura para um diálogo direto com Maduro, que já havia manifestado disposição para uma reunião “cara a cara”, a situação permanece complexa. A presença militar americana no Caribe, reforçada desde agosto, com o objetivo de combater o narcotráfico, e a destruição de mais de 20 embarcações utilizadas no tráfico internacional, resultando em pelo menos 83 mortes, evidenciam a determinação dos EUA em pressionar por uma mudança no cenário político venezuelano.
Embora o governo americano afirme que a operação militar visa principalmente o combate ao tráfico de drogas, fontes internas do Departamento de Estado indicam que o objetivo final é exercer pressão sobre Maduro para que ele ceda e permita a entrada de observadores internacionais em seu país.
A situação continua sob constante avaliação, com a possibilidade de uma ofensiva terrestre venezuelana, que já foi considerada por Trump, ainda pairando como uma alternativa.
