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Trump e Putin planejam construir um novo mundo

Em 11/9, o Teatro Vibra em SP receberá o Fórum Caminhos da Liberdade com a presença de Marcos Troyjo, ex-presidente do Banco dos Brics e um dos principa…

Por: Redação ZéNewsAi

18/08/2025 16:02

3 min de leitura

15AUG2502JPG. ANCHORAGE (UNITED STATES), 15/08/2025.- El preside...
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As imagens do bombardeiro B2 sobrevoando Donald Trump e Vladimir Putin se espalharam globalmente, destacando o encontro entre os presidentes dos Estados Unidos e da Rússia no Alasca nos últimos dias. Em geopolítica, tudo é simbolismo, e o Alasca não foi exceção. Do moletom da antiga União Soviética usado pelo chanceler russo Serguei Lavrov ao aperto de mão mais do que cordial do presidente Trump, passando pela própria seleção do local do encontro: o Alasca, território que a Rússia vendeu aos Estados Unidos em 1867.

No menu da reunião, o prato principal foi a redefinição das regras do jogo global. Mais do que debater sanções ou a guerra na Ucrânia, Trump e Putin parecem buscar um novo acordo de poder, uma tentativa de reorganizar as esferas de influência em um momento em que a ordem que conhecemos parece estar desmoronando – assim como o muro de Berlim em 1989, originando o mundo atual.

A razão por trás dessa abordagem é evidente: a ascensão da China, uma União Europeia em recuperação e cada vez mais burocrática, os BRICS desafiando o dólar e se alinhando gradualmente com os chineses. Tanto Washington quanto Moscou reconhecem que o protagonismo chinês está alterando o equilíbrio geopolítico consolidado nas últimas décadas. Ao se encontrarem em território frio, Trump e Putin enviam uma mensagem ao mundo: diante da expansão dosáculos políticos de Pequim, um eixo pragmático entre EUA e Rússia parece tão improvável quanto parecia nos anos 90, quando a antiga União Soviética se fragmentou em pequenas repúblicas e a paz americana prevaleceu.

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A narrativa demonstra que esse tipo de ação não é raro: na década de 1970, Henry Kissinger, o secretário de Estado americano, pai da “realpolitik” – a política conduzida de forma pragmática, pensando nos objetivos finais e menos na ideologia –, foi responsável por estabelecer os laços entre Washington e Pequim, alterando para sempre a lógica da Guerra Fria. O contexto era a ruptura entre China e União Soviética na década anterior, que permitiu que os Estados Unidos explorassem essa brecha. Kissinger identificou a oportunidade de se aproximar de Pequim para enfraquecer Moscou, preparando a histórica visita de Richard Nixon em 1972 e o Comunicado de Xangai, que redesenhou o tabuleiro global.

Atualmente, cinquenta anos depois, observamos uma movimentação das placas tectônicas da geopolítica mundial que pode formar um novo “Himalaia”, capaz de redefinir a ordem global até o momento. O aperto de mãos entre Trump e Putin no Alasca pode não ter o mesmo impacto imediato do encontro de Nixon com Mao em Xangai, mas sinaliza um gesto que reverberará na estratégia e nos próximos passos de Pequim, Bruxelas e do Oriente Médio. Não por acaso, nesta semana também ocorreu uma reunião de emergência entre os ministros das relações exteriores dos países da União Europeia.

Para entender os significados por trás dessas cenas e o que elas comunicam sobre o futuro do Brasil, é necessário ouvir quem estuda esses movimentos de perto. No próximo dia 11 de setembro, no Teatro Vibra, em São Paulo, o Fórum Caminhos da Liberdade apresentará ao público a rara oportunidade de acompanhar Marcos Troyjo, ex-presidente do Banco dos Brics e um dos maiores especialistas do país em geopolítica. Geralmente, debates dessa magnitude ficam restritos a instâncias governamentais ou conselhos de empresas multinacionais. O Fórum, contudo, oferece esse acesso a todos, permitindo que o público compreenda de forma direta e qualificada como o novo mundo que Trump e Putin desejam construir pode impactar a todos.

Fonte por: Jovem Pan

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Foto do Redação ZéNewsAi

Autor(a):

Redação ZéNewsAi

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