Trump intensifica foco na América Latina com ataque a Caracas! Operação militar marca nova fase do governo e mira Cuba. Secretário Marco Rubio lidera estratégia de confronto
Nos primeiros dias de 2026, a política externa dos Estados Unidos experimentou uma mudança significativa, com um novo foco na América Latina. Uma operação militar liderada pelos EUA, que culminou em eventos marcantes, não apenas representou uma mudança geopolítica na região, mas também sinalizou uma nova fase no governo de Donald Trump, com Cuba como alvo principal.
Analistas observam que a situação é mais complexa do que apenas a resolução de uma crise venezuelana.
O ataque a Caracas foi apenas o começo. Para Trump e seu Secretário de Estado, Marco Rubio, o objetivo é reafirmar a hegemonia americana no Hemisfério Ocidental, superando resistências políticas que desafiam Washington há décadas. Marco Rubio, natural de Miami e filho de exilados cubanos, é uma figura central na administração, exercendo uma influência significativa na formulação da política externa, especialmente no que diz respeito a Cuba e Venezuela.
Sua experiência e conhecimento de Cuba são cruciais para a estratégia de Trump.
Após assumir o cargo de Secretário de Estado, Rubio reforçou a linha dura, ameaçando Havana e buscando soluções concretas. A administração Trump passou de ameaças verbais a estudos sobre medidas específicas, incluindo bloqueios navais para interromper o fornecimento de petróleo para a ilha.
Essa postura demonstra uma determinação em alterar o status quo.
O México, que se tornou um importante fornecedor de óleo para Cuba após a queda dos envios venezuelanos, encontra-se em uma posição delicada. Fontes diplomáticas e governamentais mexicanas avaliam a possibilidade de reduzir ou interromper esses embarques, não por convicção ideológica, mas por receio de retaliações econômicas ou políticas de Washington.
Essa situação reflete um efeito colateral da estratégia de Trump, que influencia diretamente outros países e suas relações com os Estados Unidos.
A ação recente dos EUA sinaliza uma tentativa de reconfigurar a ordem política no Caribe e na América Latina, colocando regimes não alinhados sob intensa pressão. Cuba, com a perda de recursos naturais como o petróleo venezuelano, torna-se mais vulnerável.
A administração Trump parece disposta a retomar velhas fórmulas de confronto unilateral, impulsionada por um Secretário de Estado com motivações claras de mudança de regime. A questão de se Cuba será o próximo alvo de uma intervenção direta ainda está em aberto, mas a nova fronteira da diplomacia trumpista no continente parece estar sendo definida.
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