Novo Conselho de Paz: Trump Propõe Organismo com Taxa de Adesão de US$ 1 Bilhão
O presidente americano, Donald Trump, está liderando a criação de um novo “Conselho de Paz”, uma organização internacional com o objetivo de promover a estabilidade e a paz em regiões afetadas por conflitos. Segundo documentos internos, a adesão ao conselho exigirá um investimento inicial de US$ 1 bilhão por país, o que já gerou reações negativas de aliados e críticos.
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Como Funciona o Conselho
O conselho, que incluirá figuras como o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair e o secretário de Estado americano, Marco Rubio, terá amplos poderes. O presidente Trump será o responsável por convidar os países a participar, com a última palavra nas votações.
Ele também terá autoridade para criar, modificar ou dissolver entidades subsidiárias do conselho e será a autoridade final quanto ao significado e aplicação dos estatutos.
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Reações Internacionais e Críticas
A iniciativa de Trump tem sido recebida com ceticismo por organizações internacionais, como as Nações Unidas, e por aliados do governo americano. A França, por exemplo, declarou que não tem “previsão de dar uma resposta favorável”, devido a preocupações com o respeito aos princípios da ONU.
O Canadá também se manifestou contrário a pagar por um assento no conselho.
Objetivos e Controvérsias
O Conselho de Paz foi inicialmente concebido para supervisionar a reconstrução de Gaza, após dois anos de conflito. No entanto, seu escopo parece mais amplo, abrangendo diversas regiões afetadas por conflitos. A proposta de investimento inicial de US$ 1 bilhão por país levanta questionamentos sobre a legitimidade e a eficácia do conselho, além de gerar críticas à possível substituição de organizações multilaterais estabelecidas.
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