Trump prevê “surra” no Irã e alerta para “onda” de ataques! O presidente americano dispara contra o regime iraniano e projeta conflito de semanas. Saiba mais!
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou sobre a escalada do conflito com o Irã em uma entrevista publicada nesta segunda-feira (2). Em uma conversa com o apresentador Jake Tapper da CNN, Trump expressou a crença de que uma “grande onda” de ataques ainda está por vir, afirmando que os Estados Unidos estão “dando uma surra” no Irã.
Ele ressaltou que os ataques iniciais foram apenas o começo e que a intensidade da resposta americana ainda não havia sido totalmente explorada.
Trump estimou que o conflito poderia durar cerca de quatro semanas, indicando que os EUA estavam um pouco à frente do cronograma previsto. Ele mencionou que, apesar da situação tensa, os EUA continuariam a buscar maneiras de ajudar o povo iraniano a recuperar o controle de seu país, enfatizando a importância de que as pessoas permanecessem em suas casas devido à insegurança externa.
O presidente também destacou a surpresa dos EUA com os ataques iranianos a países árabes na região, incluindo Bahrein, Jordânia, Kuwait, Catar e Emirados Árabes Unidos, e a reação agressiva do Irã à intervenção americana.
Trump revelou que tentou negociar com o regime iraniano, mas que não conseguiu chegar a um acordo sobre o enriquecimento de urânio. Ele descreveu o estado do material enriquecido iraniano como “em tão mau estado que a montanha basicamente desabou”, indicando a complexidade do problema.
O presidente também expressou a incerteza sobre a futura liderança iraniana, sugerindo que os iranianos poderiam se beneficiar de um líder competente.
Em outra entrevista ao jornal New York Post, Trump deixou claro que não descartava o envio de tropas americanas ao Irã, caso fosse necessário, afirmando que não seguiria o protocolo de negar a possibilidade de intervenção militar. Ele também criticou a hesitação do primeiro-ministro britânico Keir Starmer em permitir o uso de bases militares britânicas para operações contra o Irã, classificando a resistência como “inédita entre nossos países”.
Starmer cedeu posteriormente, autorizando o uso das bases para fins defensivos específicos e limitados.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, afirmou que o Reino Unido não se juntaria aos ataques neste momento, mas continuaria suas ações defensivas na região. A situação permanece volátil, com a possibilidade de uma escalada ainda maior do conflito entre os Estados Unidos e o Irã.
A resposta americana, marcada por ataques aéreos e declarações de intenção, continua a ser monitorada de perto pela comunidade internacional.
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