Segmento, que surgiu em 2014, ganhou destaque recentemente, alcançando uma impressionante capitalização de mercado superior a US$ 300 bilhões.
As stablecoins foram introduzidas em 2014, mas somente 11 anos depois se tornaram uma tendência significativa no mercado financeiro. Este segmento tem atraído um número crescente de usuários, investidores e, recentemente, empresas e governos interessados. Atualmente, diversas stablecoins estão em circulação no universo das criptomoedas.
Essas moedas digitais são um tipo específico de criptomoeda que mantém paridade com outro ativo, garantindo a estabilidade de seu valor. Por exemplo, uma stablecoin atrelada ao real sempre terá o valor de R$ 1. Essa característica é o que as define como “moedas estáveis”.
Uma nova era da economia digital está emergindo com as stablecoins. Especialistas destacam o impacto dessa revolução no sistema financeiro global. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que essas criptomoedas representam “a maior revolução para as finanças desde a internet”.
Um relatório do Citi prevê que o segmento de stablecoins pode ultrapassar US$ 1 trilhão até 2030. Mas, quais são as principais stablecoins atualmente no mercado?
Além das stablecoins atreladas ao dólar, existem criptomoedas pareadas a outros ativos. Exemplos incluem a Tether Gold (XAUT) e a Paxos Gold (PAXG), que são atreladas ao ouro. No Brasil, surgiram stablecoins como BRLA, BRL1, BRZ e a mais recente BRLV, que, embora não sejam tão valiosas quanto as pareadas ao dólar, têm visto um aumento em seu uso.
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