Varejo em 2026: Fraudes explodem e cibercriminosos aterrorizam! 🚨 Dados da Serasa mostram fraude a cada 2 minutos. Descubra como o varejo luta contra ameaças e aposta em novas tecnologias! 🚀
O setor de varejo em 2026 está navegando em um ambiente de negócios onde a inovação e a tomada de riscos estão intrinsecamente ligadas. Dados recentes da Serasa Experian revelam um aumento significativo nas tentativas de fraude, com uma ocorrência a cada dois minutos em 2025, representando um crescimento de 4,1% em relação ao ano anterior.
Paralelamente, a expansão das plataformas digitais e a redução das barreiras de compra, impulsionadas por tecnologias avançadas, também criam novas vulnerabilidades e superfícies de ataque para criminosos cibernéticos.
Segundo Fernando Dulinski, CEO da Cyber Economy Brasil, o ponto crucial para o varejo é encontrar um equilíbrio entre o investimento em crescimento e a proteção contra ameaças. Enquanto o setor busca aumentar suas vendas e eliminar obstáculos, o cibercrime se beneficia de recursos cada vez mais sofisticados para escalar seus ataques.
A Serasa Experian estima que a redução da fricção, proporcionada pelas plataformas digitais, pode diminuir o abandono de carrinho em até 20%.
Diversas tecnologias estão sendo consideradas para proteger o varejo. A criptografia pós-quântica surge como uma medida preventiva diante do avanço da computação quântica, que pode comprometer a segurança dos dados. A biometria invisível, integrada ao processo de checkout, oferece autenticação contínua, mas exige proteção rigorosa dos dados biométricos.
A inteligência artificial generativa, utilizada em golpes com deepfakes e phishing, representa uma ameaça crescente, exigindo investimentos em ferramentas de detecção e monitoramento comportamental. A automação, através de agentes autônomos, otimiza a personalização e reduz custos operacionais, mas também introduz riscos, como o uso de modelos de IA não autorizados.
A adoção de malhas de identidade, que integram usuários, dispositivos e sistemas, e a implementação de modelos de Zero Trust são outras estratégias em ascensão. Essas abordagens visam reduzir custos com suporte técnico e melhorar a governança de dados.
No entanto, a centralização de dados exige uma implementação consistente do modelo Zero Trust, para evitar que um único ponto de falha comprometa toda a operação. O varejo em 2026, portanto, enfrenta um cenário complexo, onde cada avanço tecnológico pode ser tanto uma blindagem quanto uma porta de entrada para ataques.
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