Viviane Barci de Moraes e Alexandre de Moraes no centro de investigação por ‘insider trading’!

Viviane Barci de Moraes no centro de investigação! Processo contra Nelson Tanure no STF e suspeitas de crimes contra o mercado. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

A advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF), está envolvida em um processo judicial que investiga o empresário Nelson Tanure por suspeitas de crimes contra o mercado de capitais. O caso, que tramita no STF sob a relatoria do ministro Dias Toffoli, começou após a Justiça Federal em São Paulo declinar da competência e encaminhar a investigação para a Corte.

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Conexão Probatória e Relatoria de Toffoli

O inquérito está sob sigilo, e o Banco Master figura como parte interessada no processo. A juíza Maria Isabel do Prado declarou-se inicialmente incompetente, identificando um vínculo entre as apurações e o caso da Operação Compliance Zero da Polícia Federal, que apura fraudes financeiras envolvendo o Master.

A decisão levou à relatoria de Toffoli no STF.

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Investigação sobre Insider Trading

A investigação busca determinar se Tanure utilizou informações privilegiadas, ainda não divulgadas ao mercado, para obter vantagens na negociação de ações da Gafisa – uma prática conhecida como “insider trading”. O Banco Master, embora não seja o alvo principal da investigação, é considerado parte interessada devido à análise da atuação de fundos ligados ao banco nas operações sob suspeita.

Envolvimento de Viviane Barci de Moraes

Viviane Barci de Moraes acompanha o caso como representante do Banco Master. A atuação do escritório de advocacia onde ela e os filhos do ministro são sócios tem sido questionada após a revelação de um contrato de R$ 129 milhões com o banco. O número de processos sob sua participação no STF e STJ aumentou significativamente após a posse de Alexandre de Moraes no Supremo, saltando de 27 para 152.

Desdobramentos da Operação Compliance Zero

Em 6 de janeiro, o patrimônio de Tanure foi bloqueado pelo ministro Toffoli, após a constatação de indícios de que ele poderia ser beneficiário de um fundo utilizado em um esquema de fraudes para desviar recursos e favorecer sócios ocultos do Banco Master.

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Daniel Vorcaro, controlador do banco, também está sob investigação. A defesa de Tanure alega que ele “jamais estabeleceu qualquer relação societária com o Banco Master, do qual foi cliente nas mesmas condições que outras instituições financeiras”.

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