YouTube Shopping Chega ao Brasil: Revolução no Social Commerce!

YouTube lança YouTube Shopping no Brasil! 🚀 A plataforma intensifica a competição com TikTok e Shopee, permitindo que criadores marquem produtos em vídeos e lives. 💰 Novo modelo para monetizar conteúdo e impulsionar vendas! #YouTubeShopping #SocialCommerce

4 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

YouTube Lança Plataforma de Comércio Eletrônico no Brasil

O YouTube deu o pontapé inicial em sua operação de YouTube Shopping no Brasil em 2026, intensificando a competição entre o social commerce e os programas de afiliados. A nova iniciativa permite que criadores de conteúdo marquem produtos diretamente em vídeos, transmissões ao vivo, Shorts e postagens, simplificando o processo de compra e unindo conteúdo e conversão em um só lugar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O anúncio foi feito durante o evento Made in YouTube 2025, pouco tempo após o lançamento do TikTok Shop no país. Além disso, a plataforma apresentou atualizações de inteligência artificial focadas na criação de conteúdo e confirmou a expansão de seu programa global de afiliados para o mercado brasileiro.

O YouTube Shopping opera no Brasil em parceria com o Mercado Livre e a Shopee. Para participar, os canais precisam se integrar ao Programa de Parcerias do YouTube, possuir pelo menos 10 mil inscritos e atender aos critérios de elegibilidade estabelecidos pela plataforma.

LEIA TAMBÉM!

Segundo Danilo Nunes, especialista em estratégia criativa, a chegada do YouTube Shopping representa uma mudança na forma como os criadores monetizam seu conteúdo. “Pela primeira vez, o YouTube captura o valor direto das vendas geradas pelo conteúdo.

Antes, o criador anunciava, mas a plataforma não participava da transação”, explica Nunes.

Crescimento Global: Globalmente, o programa já reúne mais de 500 mil criadores e registrou um crescimento de cinco vezes no volume de mercadorias em relação ao ano anterior. No Brasil, a expectativa é que o YouTube Shopping se torne uma nova fonte de receita, além de anúncios e patrocínios.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Integração Nativa: Nunes destaca o diferencial da integração nativa. “O conteúdo deixa de ser apenas um meio de influência e se torna um ponto direto de conversão. Isso reduz o atrito e muda a forma como o criador pensa sobre performance”, afirma.

Foco em Formatos: A plataforma também aposta no fortalecimento de formatos como Shorts, transmissões ao vivo e colaborações. No live commerce, foram introduzidos recursos como o “modo de prática”, que permite testar equipamentos e discursos antes da live, além da possibilidade de transmissões simultâneas em formatos horizontais e verticais.

Benefícios para Marcas: Para as marcas, o YouTube Shopping organiza os criadores como um canal de vendas estruturado, com métricas claras e atribuição direta de resultados. Essa funcionalidade substitui práticas como “link na bio” e reduz a dependência de UTMs externos.

Mudança de Mentalidade: Segundo Nunes, isso exige uma mudança de mentalidade. “Não se trata mais de campanhas isoladas, mas de uma presença contínua em um ecossistema onde entretenimento, confiança e conversão caminham juntos.”

Desafios Operacionais: O especialista destaca que o desafio envolve a adaptação operacional. Catálogos precisam estar preparados, regras de comissão devem ser claras e a logística precisa acompanhar a dinâmica do conteúdo.

Diferenciais em Relação a Outros Modelos: O movimento do YouTube ocorre em um cenário de competição com plataformas como Shopee e TikTok Shop, que priorizam o social commerce ancorado em lives, com foco em urgência e volume. Já o Amazon Associates mantém um modelo baseado em links, com grande variedade de produtos, mas menor integração com o conteúdo.

Audiência e Confiança: Na avaliação de Nunes, o YouTube Shopping ocupa um espaço distinto, considerando que a plataforma possui uma audiência acostumada a pesquisar antes de comprar. Reviews e tutoriais já fazem parte da cultura da plataforma, o que favorece decisões mais racionais.

Mercado em Evolução: Apesar disso, ele ressalta que o programa ainda é recente no Brasil, o que torna os ganhos menos previsíveis para criadores e marcas no curto prazo. Ainda não foram divulgados percentuais de comissão, lista completa de varejistas participantes ou critérios adicionais de elegibilidade. Também não há confirmação sobre exigências específicas por categoria de conteúdo.

Danilo Nunes, que atua há um ano com o YouTube Shopping em projetos de estratégia criativa, afirma que já é possível vender produtos próprios ou de terceiros, desde que os canais atendam às regras do Programa de Parcerias e às diretrizes da comunidade. “O social commerce no YouTube está só começando no Brasil, mas o modelo aponta para uma integração mais madura entre conteúdo, confiança e transação”, conclui.

Sair da versão mobile