Câmara aprova lei com foco em minerais críticos e incentivos fiscais de até R$1 bilhão!

Câmara aprova lei para regular minerais críticos no Brasil! 🚀 Projeto de Arnaldo Jardim busca incentivos fiscais e fundo garantidor de até R$5 bilhões.

21/05/2026 14:10

3 min

Câmara aprova lei com foco em minerais críticos e incentivos fiscais de até R$1 bilhão!
(Imagem de reprodução da internet).

Novo Projeto de Lei Busca Regular o Setor de Minerais Críticos no Brasil

A Câmara dos Deputados aprovou recentemente, em 6 de 2026, um projeto de lei que visa estabelecer diretrizes para a exploração de minerais críticos. A proposta, que ignora a criação de uma estatal focada em terras raras, concentra-se na regulação e no desenvolvimento do setor.

O projeto, proposto pelo deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), introduz incentivos fiscais progressivos para projetos de processamento, com a possibilidade de créditos fiscais de até 20% dos valores investidos, limitado a um montante anual de 1 bilhão de reais entre 2030 e 2034.

Um fundo garantidor, com capacidade de até 5 bilhões de reais, também será criado para apoiar a atividade mineral, com a União contribuindo com 2 bilhões de reais, gerenciados por uma instituição financeira federal.

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Debate e Críticas ao Projeto

O texto gerou discussões no setor, com alguns especialistas questionando sua eficácia. Marcos André Gonçalves, presidente do Conselho Superior da Agência para o Desenvolvimento e Inovação do Setor Mineral Brasileiro, expressou preocupação com a criação de um “subcódigo de mineração” na legislação.

Ele ressaltou a importância de rastreabilidade e agregação de valor no país, mas alertou que os meios escolhidos podem não estar alinhados com esse objetivo. Gonçalves também criticou a proposta de Conselho Especial de Minerais Críticos e Estratégicos, defendendo um modelo de mercado com reserva estratégica, mas sem uma regulação excessiva por decreto.

Desafios e Perspectivas

Outro ponto de controvérsia é a exigência de agregação de valor no território nacional para todas as operações de extração de terras raras. Para Marcos André, essa medida ignora as limitações econômicas e industriais do mercado global. Ele argumenta que, em países como a Europa, onde a separação química é realizada em uma única planta, a expansão desse tipo de atividade no Brasil seria inviável devido aos custos.

A Serra Verde, a única mina de terras raras em operação no Brasil atualmente, foi recentemente adquirida pela USA Rare Earth, demonstrando o interesse de empresas estrangeiras no setor. O desenvolvimento completo de uma mina de terras raras pode levar de dez a quinze anos, e o debate regulatório ocorre em um momento crucial para o Brasil, que ainda responde por menos de 0,01% da produção global de terras raras.

Cooperação Internacional e Soberania Mineral

O presidente Lula reforçou o discurso de soberania nacional em uma reunião com o presidente americano Donald Trump, indicando abertura para cooperação com empresas de diversos países, incluindo China, Alemanha, Japão e França. Apesar disso, o Brasil busca garantir o controle sobre seus recursos minerais estratégicos.

O debate sobre minerais críticos é fundamental para o país, considerando que esses elementos são essenciais para tecnologias modernas e que a China domina mais de 90% do refino global. O Brasil ainda está em fase inicial de desenvolvimento nesse setor, mas busca aproveitar o potencial das terras raras para impulsionar sua economia e garantir sua autonomia.

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