Cartier, Rolex e IWC: A Revolução dos Relógios Pequenos Conquista o Mundo

Revolução nos Tamanhos: O Crescente Interesse por Relógios Menores
O maior salão de relojoaria do mundo, o Watches & Wonders, surpreendeu em 2026. Longe de ser definido pelo volume de marcas e visitantes – com 65 marcas e mais de 60 mil pessoas presentes em Genebra –, o evento destacou uma mudança notável: o tamanho dos relógios.
Após décadas de modelos grandes, com caixas que dominavam os pulsos, a indústria está experimentando um retorno às proporções mais delicadas.
Essa tendência é impulsionada, em grande parte, por um público mais jovem, especialmente mulheres entre os 20 e 30 anos, que adotaram o que ficou conhecido como “relógios de vovó”. Essas peças, que podem ser novas ou de segunda mão, oferecem versatilidade e facilidade de combinação com outras joias.
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Marcas renomadas como Cartier, Rolex e IWC apresentaram modelos menores, como o Myst e o Baignoire da Cartier, com 28mm e 36mm, respectivamente, e o Pilot da IWC com 36mm.
Celebridades e a Nova Moda
A mudança não se limita ao mundo das marcas. Celebridades como Rami Malek, Maluma, Timothée Chalamet e Serena Williams têm sido vistas usando relógios pequenos, antes considerados ultrapassados. O Cartier Crash de platina usado por Rami Malek no MET Gala, e o Bulgari Octo Finissimo 37mm usado por Maluma, exemplificam essa nova tendência.
A popularidade desses relógios contribui para a sua aceitação e disseminação.
Reinterpretações e Novas Tendências
As marcas estão respondendo à demanda, reduzindo as caixas de modelos tradicionais para 42mm ou mais, optando por tamanhos menores como 38mm, 36mm e até 34mm. Além disso, a separação entre os gêneros está se tornando menos evidente, com designs que se adaptam a diferentes tamanhos e materiais.
Designers e especialistas apontam que colecionadores não tradicionais são atraídos por esses estilos.
Rainero, diretor de imagem e herança da Cartier, ressalta a importância da consistência de forma para o sucesso do Baignoire, cuja origem remonta a 1958. As novas versões incorporam elementos como o padrão Clous de Paris, reforçando a abordagem joalheira da marca.
Muitas casas estão reinterpretando referências vintage com ajustes contemporâneos, seja por meio de acabamentos decorativos, gemas, ou o uso de materiais bicolores.
Um Mercado em Evolução
A tendência se espalha por todas as faixas de preço, desde modelos joalheiros inspirados nos anos 1950 até opções mais acessíveis, como o Citizen Eco-Drive Fio e o Frederique Constant Classics Manchette. O interesse por caixas abaixo de 30mm está crescendo rapidamente, impulsionado pela nostalgia dos anos 1980 e 1990 e pela busca por peças que funcionem bem em combinação.
O que antes era visto como ultrapassado agora é reinterpretado, tornando-se uma escolha estilosa para looks do dia a dia.
Autor(a):
Redação ZéNewsAi
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