Ceará e Fortaleza lideram o novo mapa econômico! Energia e dados definem o futuro. Saiba como o polo de conectividade atrai investimentos bilionários.
O cenário global de negócios passou por uma transformação significativa. O foco deixou de ser apenas a capacidade de produção, migrando para a localização estratégica dessa produção. Energia limpa, acessível e estável tornou-se um ativo de valor inestimável.
Paralelamente, os dados assumiram o papel de infraestrutura crítica, redefinindo o mapa econômico mundial.
Neste contexto de mudança, o Ceará emergiu de uma posição secundária para um papel central. Fortaleza, em particular, consolidou-se como um polo vital de conectividade, abrigando um grande número de cabos submarinos em um espaço reduzido. Essa infraestrutura é complementada por uma matriz energética predominantemente renovável.
Ricardo Cavalcante, presidente da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), enfatizou essa importância durante o evento realizado em Fortaleza. Ele ressaltou que “Energia é o ouro, é o diamante que o mundo pode ter hoje”.
O encontro, promovido pela EXAME e com apoio do BTG Pactual Empresas, reuniu mais de 200 líderes empresariais para debater o futuro do Nordeste. Um dos temas centrais abordados foi como a energia e os dados passaram a determinar os investimentos corporativos.
O estado demonstra um crescimento robusto, evidenciado por seus indicadores. Nos últimos 35 anos, a indústria cearense cresceu 210%, enquanto a população teve um avanço de 38%. Atualmente, o Ceará conta com 18.900 indústrias e sustenta 391.000 empregos formais no setor industrial.
Cavalcante também apontou a expansão das exportações, mencionando que o número de produtos exportados saltou de 147 em 1990 para mais de 1.700 hoje. Esse crescimento foi impulsionado por grandes investimentos, como o data center da ByteDance, em Caucaia, que atraiu investimentos bilionários devido à fibra óptica e à capacidade energética local.
O painel “Negócios Cearenses em Expansão” destacou a transformação de empresas regionais. Executivos apresentaram trajetórias de crescimento e mudanças estratégicas, como os casos de Naturagua e Santelisa, ambas parte do Grupo Telles.
A família Telles, com negócios há 180 anos, reestruturou seu portfólio após a venda do aguardente Ypióca em 2012. Esse movimento permitiu que o grupo crescesse 500% em receita e 1.000% em EBITDA entre 2015 e 2025, alcançando mais de R$ 1 bilhão em faturamento.
Outros exemplos de sucesso incluem a Take a Break, que expandiu com minimercados autônomos, e a Central Geradores, que diversificou de transporte para locação de geradores. No setor imobiliário, o Hub Plural demonstrou resiliência, mantendo contratos e oferecendo descontos significativos durante a pandemia.
A importância das certificações e prêmios foi ressaltada, pois funcionam como um apoio comercial que valida a credibilidade da empresa perante o mercado.
Em outro painel, o debate focou no acesso a capital, onde o crédito deixou de ser apenas baseado no histórico passado. Rodrigo Bachi, do BTG Pactual Empresas, e Martin Redies, da Sou Energy, discutiram como os bancos agora utilizam dados e projeções, agilizando processos.
A transformação digital também impactou a comunicação. A análise de mercado mostrou que a presença online é crucial, sendo a capacidade de contar uma história digital um diferencial competitivo.
Em resumo, o sucesso empresarial moderno exige uma combinação de infraestrutura robusta, adaptabilidade tecnológica e uma estratégia de mercado bem definida.
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