Deputado e Ex-Presidente da Assembleia Prisão: Operação da PF Revela Detalhes

Deputado Thiago Rangel é preso em operação da PF! Investigação aponta para fraudes na Educação do Rio. Mandados cumpridos em diversas cidades.

05/05/2026 16:43

2 min

Deputado e Ex-Presidente da Assembleia Prisão: Operação da PF Revela Detalhes
(Imagem de reprodução da internet).

Deputado Estadual é Alvo de Prisão em Operação da Polícia Federal

O deputado estadual Thiago Rangel (Avante-RJ) teve seu domicílio invadido nesta terça-feira, 5, como parte de uma operação da Polícia Federal (PF) que investiga uma suposta organização criminosa. A ação mira fraudes em compras de materiais e serviços na Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro.

Trata-se da quarta fase da Operação Unha e Carne, com a PF cumprindo sete mandados de prisão e 23 mandados de busca e apreensão em diversas cidades da região metropolitana, incluindo Rio de Janeiro, Campos dos Goytacazes, Miracema e Bom Jesus do Itabapoana.

As ordens judiciais foram emitidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As investigações apontam para um esquema de direcionamento de contratações em escolas estaduais, com o deputado Rangel supostamente exercendo influência política sobre a Diretoria Regional Noroeste da secretaria de educação.

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A PF acredita que ele teria favorecido empresas ligadas à organização criminosa.

Paralelamente, o STF também expediu um mandado de prisão contra o deputado estadual João Bacellar (União Brasil), ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ). Bacellar já estava preso desde março deste ano, em decorrência de suspeitas de vazamento de informações relacionadas a uma operação contra o Comando Vermelho.

A PF suspeita que esses vazamentos comprometeram a segurança de outras investigações e beneficiaram membros da facção criminosa.

O caso está inserido no contexto da ADPF 635, conhecida como ADPF das Favelas, que trata de ações de segurança pública no Rio de Janeiro. A Operação Unha e Carne já realizou três fases entre dezembro de 2025 e março de 2026. Os investigados podem responder por organização criminosa, peculato, fraude à licitação e lavagem de dinheiro, além de outros crimes que possam ser descobertos durante a investigação.

A reportagem da CartaCapital aguarda posicionamento do mandato do deputado Rangel, do Ministério Público e da Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro para atualizar o texto.

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