Evvai e Tuju brilham no Guia Michelin 2026! Saiba o que significa a estrela máxima e como a gastronomia brasileira alcançou o ápice. Clique e confira!
Na noite desta segunda-feira, 13 de abril, o Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, foi o cenário de um momento muito importante para a gastronomia brasileira. Durante a cerimônia de lançamento da nona edição do Guia Michelin no Brasil, os restaurantes Evvai, do chef Luiz Filipe Souza, e Tuju, de Ivan Ralston, receberam a distinção máxima da publicação.
Essa estrela é concedida a estabelecimentos que demonstram o mais alto nível de excelência.
O Guia Michelin, criado na França no início do século XX, estabeleceu-se como uma referência mundial muito respeitada no setor gastronômico. As estrelas não são concedidas por decoração ou formalidade do serviço; elas refletem exclusivamente a qualidade da comida servida no prato.
Os avaliadores são inspetores anônimos, profissionais formados em gastronomia e hospitalidade. Eles visitam os locais em diversos momentos — almoço e jantar, dias de semana e finais de semana, em diferentes épocas do ano. A decisão final é tomada após discussões em equipe, baseadas em cinco critérios principais.
Estes critérios incluem: a qualidade dos ingredientes utilizados, a harmonia dos sabores, o domínio das técnicas culinárias, a expressão pessoal do chef nos pratos e, fundamentalmente, a consistência na entrega da experiência.
As estrelas Michelin indicam diferentes patamares de excelência. Uma estrela reconhece ingredientes de alta qualidade e pratos com sabores distintos, mantendo a consistência. Duas estrelas apontam para um talento e personalidade marcantes da equipe na cozinha, sugerindo um refinamento especial.
Alcançar três estrelas significa que os chefs atingiram o ápice de suas carreiras, elevando a culinária a um patamar artístico. É um feito raro, visto que globalmente, poucos restaurantes conseguem esse reconhecimento anualmente.
Pela primeira vez na história, dois restaurantes brasileiros conquistaram o patamar máximo de três estrelas. O Evvai, de São Paulo, desenvolve o conceito Oriundi, que mescla a técnica clássica europeia com ingredientes brasileiros, tendo conquistado suas estrelas em etapas progressivas.
O Tuju, também paulistano, se destaca por ser o único restaurante brasileiro com um instituto de pesquisa interno. Seu menu é estruturado em ciclos sazonais — Umidade, Chuva, Ventania e Seca —, respeitando o ciclo de cada produtor parceiro. Essa dedicação foi reconhecida, colocando o restaurante em posições de destaque em rankings internacionais.
Embora as estrelas sejam o foco principal, o Guia Michelin oferece outros selos importantes. O Bib Gourmand valoriza a excelente relação custo-benefício, enquanto a Estrela Verde reconhece práticas sustentáveis exemplares.
Nesta edição, o Ping Yang, do chef Maurício Santi, iniciou sua presença no guia com o Bib Gourmand. O Koral, de Ipanema, também recebeu este selo em 2026, e seu chef Pedro Coronha foi nomeado Jovem Chef do Ano. Além disso, Tuju, Corrutela e A Casa do Porco mantiveram suas Estrelas Verdes, e outros endereços como Aiô e Metzi foram recomendados.
A manutenção de estrelas por estabelecimentos como D.O.M., Lasai e Oro, sem perdas em 2026, sinaliza a contínua evolução e a solidez da gastronomia em São Paulo e no Rio de Janeiro. O cenário gastronômico brasileiro mostra maturidade e diversidade, sendo reconhecido em diferentes níveis de excelência.
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