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Executivos de Hollywood expressam críticas às propostas de Trump para a indústria

O republicano estabeleceu tarifas de 100% sobre filmes produzidos fora dos Estados Unidos, uma medida considerada inadequada pelos próprios produtores e atores americanos.

Por: Redação ZéNewsAi

16/05/2025 10:45

3 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Donald Trump deseja reverter o que ele considera um declínio acelerado de Hollywood, propondo tarifas de 100% para filmes produzidos fora dos Estados Unidos. A maioria dos representantes da indústria cinematográfica americana, presentes no Festival de Cannes, classificou a proposta como uma má ideia.

Não identifico nenhum proveito no que ele está tentando realizar. Na realidade, poderia nos colocar em uma situação desfavorável, afirmou a AFP Scott Jones, presidente da Artist View Entertainment.

“Muitas pessoas perderam seus empregos e isso não melhora a situação”, declarou o produtor, que exibe um filme sobre a guerra civil americana, The Legend of Van Dorn, em Cannes.

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Estúdios de grande porte e diversos sindicatos de Hollywood, juntamente com os “embaixadores especiais” de Trump no cinema, Jon Voight e Sylvester Stallone, divulgaram na terça-feira uma carta expressando agradecimento ao presidente por seu “apoio”, ao mesmo tempo em que solicitaram maiores incentivos fiscais para a produção de filmes e séries no país.

A carta afirma que mais de 80 países oferecem incentivos fiscais, o que levou a que diversas produções que poderiam ter sido filmadas nos Estados Unidos fossem realizadas em outros locais.

Uma boa ilustração desse fenômeno é Missão Impossível – O Acerto Final, com Tom Cruise, a maior produção de Hollywood apresentada no Festival de Cannes neste ano, filmada principalmente no Reino Unido e na África do Sul.

Emaranhado burocrático

“Os filmes de Hollywood estão sendo produzidos em diversos países”, confirma Louise Lantagne, diretora da Quebecreatif, que apoia a indústria cinematográfica do Canadá.

Ela afirma que as empresas americanas têm migrado para este país vizinho há décadas “devido ao nosso custo mais baixo e à disponibilidade de créditos fiscais, além de possuirmos instalações excelentes e técnicos altamente qualificados”.

“Claro que será um inferno” se (as tarifas) forem implementadas”, diz ela, embora seja “apenas um tuit no momento, mas todos estão muito nervosos com estas declarações”, acrescenta.

Diversos, incluindo Monique White, da equipe comercial da distribuidora California Pictures, consideram a ação como “inadequada” e acreditam que Trump irá desistir dos planos.

Legalmente e tecnicamente, é impossível (implementar) sem alterar a lei, o que não parece provável, afirma.

Para outros, o mal já está feito. Essa simples ameaça é “catastrófica em termos de confiança”, diz um produtor experiente, que votou duas vezes no presidente republicano, que preferiu não ser identificado.

Os investidores, principalmente os estrangeiros, não desejam arriscar seu capital no longo prazo, “ele está nos matando”, afirmou ele à AFP.

Apesar do magnata poder implementar a medida, Lantagne considera que determinar se um filme é americano ou não seria “um pesadelo burocrático”, visto que o financiamento e as habilidades técnicas estão sendo internacionalizados.

Sylvain Bellemare, que recebeu o Oscar de Melhor Edição de Som por A Chegada, de Denis Villeneuve, em 2017, menciona dois casos recentes.

O filme Splitsville, estrelado por Dakota Johnson, foi exibido em Cannes este ano e foi “totalmente filmado no Quebec, no Canadá”, apesar do financiamento ter vindo dos Estados Unidos.

Em 2023, a produção de Novocaine: À Prova da Dor, distribuído pela Paramount, ocorreu na África do Sul e a pós-produção foi realizada no Quebec, com a história contada em San Diego.

Os produtores americanos “não têm mais recursos para filmar nos Estados Unidos como antes, na Califórnia”. “É muito caro”, explica Bellemare.

Fonte: Carta Capital

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Foto do Redação ZéNewsAi

Autor(a):

Redação ZéNewsAi

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