Frosty: A Sorveteria Nordestina que Revolucionou o Mercado e Chegou a R$300 Milhões!

Frosty: Sorvetes que viraram febre no Nordeste! 🍦 Descubra a história da marca que conquistou o sabor da região. Uma jornada de sucesso com um toque de

02/06/2026 08:31

3 min

Frosty: A Sorveteria Nordestina que Revolucionou o Mercado e Chegou a R$300 Milhões!
(Imagem de reprodução da internet).

Frosty: A Sorveteria que Conquistou o Nordeste

O sucesso da Frosty, uma marca de sorvetes que se tornou um fenômeno no Nordeste, começou com uma visão ousada e um toque de sorte. Felipe Segantini, hoje o comandante da empresa, conta que tudo começou quando tinha apenas 13 anos, trabalhando na fábrica de sorvetes do seu pai, Edgard, no Ceará.

Aos poucos, aprendendo o negócio de dentro para fora, como era o desejo do pai.

Da Fábrica ao Mercado de Sucata

Edgard, o patriarca da Frosty, não era um engenheiro elétrico comum. Após uma carreira no interior de São Paulo vendendo alarme, Herbalife e até mesmo casquinhas de sorvete, ele percebeu que o sorvete, com um bom negócio, poderia render mais do que a engenharia.

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A grande reviravolta veio com a herança da avó, que era costureira, e que herdou uma sorveteria abandonada. Essa foi a semente que germinou em um negócio de sucesso.

Expansão e Desafios

A Frosty, fundada em 1990, cresceu rapidamente, impulsionada pela visão de Edgard de se mudar para um lugar onde o sol brilhasse o ano inteiro. Em 2006, ele comprou a empresa no Ceará, e a marca começou a se consolidar. Hoje, a Frosty fabrica cerca de 15 mil toneladas de sorvete, açaí e polpas por ano, empregando 1.090 pessoas em uma planta de quase 15 mil metros quadrados em Maracanaú.

Em 2025, a empresa alcançou um faturamento próximo de 300 milhões de reais, sendo apontada como a marca de sorvete doméstico mais vendida do Nordeste, segundo o ranking da ABRAS em parceria com a NielsenIQ.

Um Modelo de Negócio Inovador

A estratégia da Frosty sempre focou na venda no varejo: supermercados, padarias, mercadinhos e farmácias. O salto para a loja própria, iniciado em 2018, foi um sucesso. A empresa abriu mais de 15 lojas durante a pandemia, aproveitando o momento para negociar pontos, preços e carências em condições vantajosas.

Cada loja da Frosty oferece mais de 200 itens, desde sorvetes e açaí até picolés, polpas de fruta e milkshakes, atendendo a uma variedade de preferências dos consumidores.

A Nova Gestão

Em 2021, Felipe Segantini assumiu a função de diretor executivo e, em 2024, tornou-se CEO da Frosty. Edgard passou a presidir o conselho, marcando uma transição que Felipe descreve como uma aposta no longo prazo: “Marca de consumo se constrói com gente”.

Felipe se posiciona como o rosto da marca nas redes sociais, criando um vínculo direto com os clientes.

O Futuro da Frosty

O desafio para 2026 é consolidar o crescimento da Frosty de forma sustentável, expandindo para Alagoas, Sergipe e Bahia, sem comprometer a logística de congelados. A empresa busca um ritmo de crescimento de 20%, após anos de expansão acelerada. Felipe acredita que o principal fator para o sucesso da Frosty é o sabor local, algo que as grandes marcas ainda não conseguem replicar.

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