Gamers Club: De Lan Houses a Gigante da Mídia Gamer na América Latina!

Gamers Club: De lan houses à líder em mídia gamer na América Latina! 🚀
A gigante brasileira está colhendo os frutos da aposta na mídia, com faturamento de R$ 5 milhões em 2025 – +250% em relação a 2024!
Descubra como a Gamers Club, com Yuri “Fly” na liderança, revolucionou o mercado gamer com tecnologia anti-cheat e formatos de mídia integrados ao jogo.
#GamersClub #MídiaGamer #TecnologiaGamer

3 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Gamers Club: De Lan Houses à Líder de Mídia Gamer na América Latina

O mercado brasileiro de jogos competitivos deixou de ser um nicho experimental para se tornar um canal relevante de negócios, mídia e publicidade. Em um setor que cresceu rápido demais para regras claras, organizar o jogo virou uma grande vantagem competitiva. É nesse contexto que entra a Gamers Club.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A empresa, que está prestes a completar 10 anos, se consolidou como o principal hub de jogos competitivos da América Latina e agora colhe os resultados da sua aposta mais recente: a mídia.

Em 2025, a vertente de mídia da companhia faturou mais de R$ 5 milhões, com um crescimento de 250% em relação a 2024. A operação roda dentro da unidade Gaming Services, lançada no ano passado, que visa conectar marcas ao público gamer de forma integrada à experiência de jogo. “Nosso objetivo sempre foi organizar o jogo competitivo e criar um ambiente justo”, afirma Yuri “Fly”, cofundador da Gamers Club. “A mídia entra como consequência desse ecossistema mais profissional.”

LEIA TAMBÉM!

Segurança e Confiança como Vantagem Competitiva

Um dos pontos de inflexão da empresa foi o desenvolvimento de um sistema próprio de anti-cheat, tecnologia usada para detectar trapaças, o “doping” dos esportes. “Trapaça sempre foi uma das maiores frustrações do jogador competitivo”, afirma um dos executivos. “Criar um ambiente confiável foi decisivo para o crescimento.” A tecnologia evoluiu com o uso de inteligência artificial.

Hoje, algoritmos ajudam a identificar padrões suspeitos de comportamento, analisar movimentação, precisão e comunicação entre jogadores, sempre com revisão humana antes de qualquer punição. A IA também é usada para moderar toxicidade nas partidas.

Do B2B à Mídia Integrada

Durante anos, a Gamers Club operou majoritariamente no modelo de assinaturas. Esse modelo continua existindo, mas passou a dividir espaço com novas fontes de receita. A principal delas é a Gaming Services, unidade criada para atender marcas, agências e desenvolvedoras interessadas em falar com o público gamer de forma mais natural. “Esse público é avesso à mídia tradicional.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não consome jornal, rádio ou TV do mesmo jeito”, diz Gui Barbosa, diretor de parcerias da Gamers Club. “A gente precisou criar formatos próprios, pensados para a lógica do jogo.”

Mídia que Faz Sentido para o Jogador

A estratégia da Gamers Club foi desenvolver formatos de mídia integrados à jornada do jogador. Um dos exemplos é um vídeo exibido durante a espera entre rodadas, sem interferir na gameplay. “É um momento de pausa natural. A mensagem aparece ali, por alguns segundos, sem atrapalhar”, afirma Barbosa.

Outro formato é o vídeo automático com os melhores momentos da partida, gerado logo após o jogo e patrocinado por uma marca. O jogador quer assistir aos próprios highlights, e a marca entra como parte desse conteúdo. “Isso gera engajamento real.

Não é só exposição”, diz o executivo. Além disso, há ações mais profundas, como criação de itens colecionáveis, missões patrocinadas e eventos proprietários.

Próximos Passos e Crescimento Planejado

Apesar do ritmo acelerado, a empresa reconhece limites naturais para a expansão da mídia. O inventário depende do número de jogadores ativos e do tempo de jogo. “Mesmo sendo a principal plataforma da América Latina, existe um teto”, afirma um dos executivos. “Por isso, o crescimento é planejado.” Para 2026, a expectativa é que a receita de mídia chegue perto de R$ 7,5 milhões, enquanto outras linhas — assinaturas, eventos e projetos especiais — sigam representando a maior parte do faturamento total da companhia.

Sair da versão mobile