Gilmar Mendes vota pela inconstitucionalidade de lei de SC contra cotas raciais? Veja!

Gilmar Mendes vota pela inconstitucionalidade de lei de SC que veta cotas raciais em universidades. Saiba o impacto em instituições como Udesc e UFSC!

14/04/2026 10:01

3 min

Gilmar Mendes vota pela inconstitucionalidade de lei de SC contra cotas raciais? Veja!
(Imagem de reprodução da internet).

Ministro do STF Vota pela Inconstitucionalidade de Lei Catarinense Contra Cotas Raciais

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira, dia 10, pela inconstitucionalidade de uma lei de Santa Catarina. Esta legislação em questão proíbe a implementação de cotas raciais e para outras minorias em universidades públicas do estado.

A restrição imposta pela lei também se estende a instituições que recebem bolsas financiadas pelo governo catarinense. A medida afeta o ingresso de estudantes, a contratação de professores, técnicos e outros profissionais.

Impacto da Decisão sobre Ações Afirmativas

A nova lei restringe a reserva de vagas, qualquer forma de cota ou ação afirmativa, incluindo vagas suplementares. No entanto, a legislação mantém a reserva de vagas para pessoas com deficiência, baseada em “critérios exclusivamente econômicos” e para estudantes que concluíram o ensino médio em escola pública.

Leia também

Limitações e Exceções da Norma

Embora a norma não proíba explicitamente a reserva de vagas utilizando o parâmetro de raça ou de outras minorias, como transexuais, ela acaba por excluir esses grupos ao limitar os critérios para a adoção de cotas.

É importante notar que esta determinação não afeta instituições federais, como a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) ou institutos federais similares. O foco da restrição recai sobre a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), instituições ligadas à Associação Catarinense das Fundações Educacionais (Acafe) e faculdades privadas que usufruem de bolsas do programa Universidade Gratuita e do Fundo de Apoio à Educação Superior (Fumdesc).

Consequências do Descumprimento da Lei

As instituições que descumprirem os termos desta lei estarão sujeitas a penalidades severas. Entre elas, há multa administrativa de R$ 100 mil, corte nos repasses de verbas públicas e um processo administrativo disciplinar contra os “agentes públicos responsáveis pela confecção e publicação das normas do certame”.

Reações das Instituições de Ensino

A Udesc, principal afetada pela medida, manifestou seu descontentamento e discordância com a lei. Em nota publicada na quinta-feira, 22, a instituição alegou que a proibição das cotas “contraria o interesse público, caracterizando um retrocesso inconstitucional e um dano irreparável ao progresso social e científico de Santa Catarina”.

Dias antes da sanção da lei, a UFSC também se posicionou, afirmando ser alvo de ataques e desinformação sobre as políticas de ações afirmativas, especialmente as vagas suplementares para pessoas trans na graduação, vigentes desde 2023. A UFSC esclareceu que essas vagas adicionais não diminuem o número original de vagas, mas sim visam ampliar o acesso de grupos historicamente subrepresentados ao ensino superior.

Perspectivas Futuras para o Acesso ao Ensino Superior

A decisão do ministro Gilmar Mendes reforça o debate sobre os critérios de acesso ao ensino superior em Santa Catarina. As discussões continuam focadas no equilíbrio entre a regulamentação estatal e o direito à diversidade e inclusão.

Aqui no ZéNewsAi, nossas notícias são escritas pelo José News! 🤖💖 Nós nos esforçamos para trazer informações legais e confiáveis, mas sempre vale a pena dar uma conferida em outras fontes também, tá? Obrigado por visitar a gente, você é 10/10! 😊 Com carinho, equipe ZéNewsAi 📰 (P.S.: Se encontrar algo estranho, pode nos avisar! Adoramos feedbacks fofinhos! 💌)

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ative nossas Notificações

Ative nossas Notificações

Fique por dentro das últimas notícias em tempo real!