Governo acelera PL para reduzir jornada de trabalho! Saiba como a mudança de 6×1 para 5 dias pode virar lei em 3 meses. Clique e confira!
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, informou nesta quarta-feira que o projeto de lei enviado pelo governo, que altera a escala de trabalho 6×1, deve ser analisado pelo Congresso em um prazo máximo de três meses. Após a aprovação, o texto será sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Boulos detalhou que o regime de urgência previsto no projeto garante um prazo de até 45 dias para tramitação na Câmara e mais 45 dias no Senado. Assim, o objetivo é que o processo seja concluído em cerca de três meses, permitindo que o PL se torne lei e receba a sanção presidencial.
A comunicação do governo ao Congresso, formalizada na manhã desta quarta após reunião com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), mostra uma mudança de rota. Inicialmente, um parlamentar apoiava uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) sobre o tema.
No entanto, devido à tramitação mais lenta da PEC, que poderia não ser concluída antes das eleições, o governo optou por apresentar o Projeto de Lei (PL) com caráter de urgência para acelerar o processo.
O texto do PL propõe a diminuição da carga horária semanal de trabalho, passando de 44 horas para 40 horas. Além disso, a escala de trabalho seria limitada a um máximo de cinco dias de trabalho e dois dias de folga.
O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, esclareceu que, em casos de escala 4×3, haveria um acréscimo de 10 horas diárias, mas que isso seria tratado em negociação de convenção coletiva.
Enquanto a PEC em tramitação na Câmara visa reduzir as horas de trabalho no texto constitucional, os ministros afirmaram que a continuidade da PEC não representa um problema. Contudo, o governo prioriza a celeridade que o PL oferece para implementar a redução da escala.
Segundo Luiz Marinho, mesmo que a Constituição estabeleça 44 horas semanais, essa jornada pode ser reduzida por meio de um projeto de lei – e não poderia ser aumentada. Por isso, o PL é visto como o caminho mais direto para resolver a questão.
O ministro acrescentou que, com a vigência do PL, a redução da jornada pode ser consolidada posteriormente por uma PEC. Isso visa prevenir possíveis tentativas futuras de aumentar a jornada, citando como exemplo o caso da Argentina, onde o governo de Javier Milei aprovou um aumento para 12 horas diárias.
O foco atual é garantir que o Congresso aprecie o PL dentro do prazo estipulado. A estratégia adotada busca conciliar a necessidade de mudança na jornada com a urgência política, visando um resultado rápido para os trabalhadores.
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