J.P. Morgan Revela: Family Offices Ignoram a Revolução da IA e o Crescimento!

J.P. Morgan aponta falha no setor de family offices! Investimentos em IA aquém do esperado. 57% ignoram venture capital e infraestrutura. Descubra a lacuna!

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The J.P. Morgan corporate logo is displayed at the entrance of 25 Bank Street, the European, Middle Eastern, and African (EMEA) headquarters for JPMorgan Chase & Co., in Canary Wharf, London, England, United Kingdom, on December 26, 2025. A security man is seen in the background. (Photo by Michael Nguyen/NurPhoto via Getty Images)

Patrimônios Familiares e a Inteligência Artificial: Uma Lacuna Revelada

Os escritórios de gestão de fortunas são tradicionalmente reconhecidos por sua abordagem de diversificação de investimentos e pela construção de portfólios com uma visão de longo prazo. Essa estratégia visa equilibrar a busca por rentabilidade com a proteção do capital, especialmente ao gerir as carteiras de grandes famílias.

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No entanto, um relatório global divulgado pelo private bank do J.P. Morgan aponta uma falha nessa estratégia. A alocação do vasto patrimônio gerenciado por esses escritórios na megatendência da inteligência artificial está, de fato, aquém do esperado.

O banco americano coletou informações de 333 family offices, distribuídos em 30 países. Esses escritórios possuem um patrimônio líquido médio de US$ 1,6 bilhões. As pesquisas revelaram uma tendência preocupante: os family offices estão negligenciando a exposição a ativos de crescimento, como venture capital e infraestrutura, que são considerados cruciais para aproveitar a revolução da inteligência artificial.

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“Observa-se uma clara preferência por investimentos de risco. A inteligência artificial é, sem dúvida, o principal tema de investimento em discussão. Contudo, 57% dos participantes ainda não possuem exposição a growth e venture capital – setores onde a maior parte da inovação está concentrada”, afirma Natacha Minniti, co-head global de family office practice no banco.

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