Lindsey Graham Falece em Capitol Hill após Doença Repentina

Lindsey Graham falece em Capitol Hill após morte repentina, gerando homenagens globais e reacendendo debates sobre política externa americana.

12/07/2026 22:03

3 min

O senador Lindsey Graham, importante aliado do presidente Donald Trump, morreu no sábado, aos 71 anos, após uma “doença breve e repentina”, informou seu gabinete. (Foto de Sergei SUPINSKY / AFP)
O senador Lindsey Graham, importante aliado do presidente Donald...

O proeminente senador americano Lindsey Graham faleceu aos 71 anos após uma doença descrita como “breve e repentina”. A notícia foi divulgada pelo gabinete do político republicano na tarde de domingo.

Graham era conhecido por sua atuação em política externa nos Estados Unidos e dedicou grande parte da carreira a defender alianças estratégicas, sendo um defensor ferrenho tanto dos interesses americanos quanto daqueles aliados internacionais importantes.

Ele completaria o aniversário de 71 anos nesta quinta – feira (9.

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Circunstâncias finais: Falecimento no Capitol Hill

A declaração do gabinete republicano confirmou que ele havia falecido nesse período.

A cobertura jornalística detalhou os eventos ocorridos na madrugada; áudios obtidos por veículos como NBC News indicaram que serviços de emergência foram acionados em sua residência localizada nos arredores de Capitol Hill para atender um chamado relacionado à parada cardíaca.

O senador também foi alvo imediato homenagens políticas importantes no dia seguinte ao seu óbito.

Homenagem e o legado político

Donald Trump prestou tributo público significativo, publicando mensagens pelo site Truth Social onde chamou Graham de “uma das maiores pessoas”. Ele relembrou a trajetória do ex – senador: “Ele estava sempre trabalhando e era um verdadeiro patriota americano.”

A carreira política de Lindsey Graham é marcada por posições firmes na defesa dos Estados Unidos em cenários internacionais complexos. Foi particularmente vocal nos anos recentes sobre apoiar Kiev contra as invasões russas ou instigar apoio à guerra com Irã.

Defesa da aliança EUAIsrael. Graham foi também reconhecido como forte apoiador de Israel; o primeiro – ministro israelense, Benjamin Netanyahu, destacou publicamente que “Lindsey [é] uma grande amiga de Israel”. Em comunicado divulgado pelo gabinete do líder político judeu, ele reforçou a visão: “Ele dedicou sua vida a defender os Estados Unidos, fortalecer nossa aliança e defender o mundo livre”.

Outros líderes mundiais lamentaram profundamente perdas. O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky visitara Graham em Kiev na sexta – feira passada para discutir apoio à Ucrânia. Segundo Bolsonaro no Facebook, este encontro marcou um momento crucial onde foi dito aos EUA perderem também “um líder determinado” com seu falecimento.

Trajetória marcada por tensões políticas

A relação de Lindsey Graham sempre teve momentos complexos dentro da política americana. Em 2016 ele chegou a tentar uma candidatura presidencial; naquela época alertou que os republicanos não deveriam apoiar Donald Trump porque o considerava “incitador ao ódio racial, xenófobo e intolerante religioso”.

As divergências se acirraram após eventos como a revolta ocorrida no Capitólio em 6 de janeiro de 2021. Na ocasião, houve um momento tenso onde Graham sugeriu aos colegas repúblicanos desconsiderá – lo por conta das atitudes políticas do grupo.

Apesar dos momentos difíceis na relação com ex – presidente, ele chegou a reconciliar seu apoio à candidatura presidencial subsequente dele mesmo para reeleição.”

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