McDonald’s e Chicago Fire Firmam Aliança Histórica para Estádio de Milhões

McDonald’s e Chicago Fire unem forças em novo estádio icônico! US$ 750 milhões investidos em McDonald’s Park, que estreia em 2028

11/06/2026 10:04

3 min

McDonald’s e Chicago Fire Firmam Aliança Histórica para Estádio de Milhões
(Imagem de reprodução da internet).

McDonald’s e Chicago Fire Football Club Unem parceria Histórica para o Novo Estádio

O McDonald’s e o Chicago Fire Football Club anunciaram nesta quarta-feira uma parceria histórica para o direito de nomeação do novo estádio do clube da Major League Soccer. O projeto, com um investimento estimado em US$ 750 milhões e financiado com recursos privados, dará origem a uma nova casa que será batizada de McDonald’s Park, com previsão de inauguração em 2028.

Essa é a primeira parceria de direitos de nomeação para um grande estádio esportivo profissional nos EUA por parte do McDonald’s, que se posiciona como um destino de esportes e entretenimento, oferecendo uma programação diversificada ao longo do ano.

Impacto na Comunidade e Iniciativas Sociais

Além dos jogos, o McDonald’s Park contará com shows e eventos especiais, além de uma iniciativa social que impactará a comunidade de Chicago. A partir de 2027, a parceria fornecerá kits iniciais de futebol com a marca conjunta – incluindo bolas, gols, cones e materiais de treinamento – para mais de 280 escolas de ensino fundamental da rede pública de Chicago (CPS) com poucos recursos.

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O objetivo é garantir que cada escola tenha as ferramentas fundamentais necessárias para introduzir e manter programas de futebol.

Tendências no Mundo do Esporte

Chris Kempczinski, presidente e CEO do McDonald’s, afirmou: “Juntos, estamos criando mais do que um estádio. Estamos construindo um lugar que proporciona alegria, une a comunidade, gera impacto e foi projetado para servir às gerações futuras”.

O movimento de naming rights em todo o mundo tem sido uma tendência constante, impulsionada pelo sucesso nos Estados Unidos, onde essa prática é antiga e remonta à década de 1970.

Exemplos Internacionais de Naming Rights

O primeiro caso de compra que se tem registro ocorreu em 1973, quando a Rich Products Corporation passou a agregar sua marca ao Estádio Buffalo Memorial Auditorium – demolido em 2009 -, renomeando-o para “Rich Stadium”. Nos Estados Unidos, cerca de 80% das arenas norte-americanas possuem algum tipo de naming rights, com um número ainda maior entre as propriedades da NFL (90%) e da NBA (todos os estádios adquiridos por grandes empresas, com exceção do Madison Square Garden).

Anualmente, o mercado de naming rights nos Estados Unidos supera os US$ 2,5 bilhões.

Considerações Finais

Ivan Martinho, professor de marketing da ESPM, destaca que as parcerias entre clubes e empresas são importantes para o desenvolvimento das experiências esportivas. Joaquim Lo Prete, Country Manager da Absolut Sport, ressalta que as possibilidades de ativação e novas experiências para os torcedores geram oportunidades de relacionamento e novas fontes de receitas.

A chegada do naming rights tardou a acontecer no Brasil, com o primeiro caso ocorrendo em 2005 com a compra da empresa de tecnologia japonesa Kyocera no então estádio do Athletico-PR.

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