NTT DATA aponta: quase metade das empresas brasileiras luta com a Reforma Tributária!

NTT DATA aponta que quase metade das empresas brasileiras luta com a Reforma Tributária. Saiba o que esperar da transição entre PIS, ICMS e os novos tributos!

18/04/2026 14:10

3 min

NTT DATA aponta: quase metade das empresas brasileiras luta com a Reforma Tributária!
(Imagem de reprodução da internet).

Desafios na Adaptação das Empresas Brasileiras à Reforma Tributária

Uma pesquisa realizada pela multinacional de tecnologia e consultoria NTT DATA revelou que quase metade das empresas no Brasil ainda enfrenta dificuldades significativas para se preparar para a reforma tributária. O levantamento, que envolveu mais de mil companhias em 20 estados, aponta que o principal ponto de incerteza para 41% é a transição entre o modelo de impostos atual e o novo sistema.

A reforma propõe substituir tributos como PIS, Cofins, ICMS e ISS por dois novos tributos: a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). Durante o período de transição, as empresas terão que operar sob regras antigas e novas simultaneamente.

A Complexidade da Transição Operacional

Diogo Brito, product director da NTT DATA, ressalta que o grande desafio reside em traduzir as mudanças legais em processos operacionais internos. Ele alerta que a simplificação prometida não anula a complexidade do período de transição.

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Segundo Brito, as empresas precisarão conviver por anos com dois modelos tributários distintos. Isso exige uma revisão profunda de processos, sistemas e governança corporativa em toda a organização.

Dúvidas sobre Incentivos e Regimes Fiscais

Além da mudança estrutural dos impostos, o estudo identificou outras áreas de incerteza. Cerca de 22% das empresas manifestaram não saber como os incentivos fiscais e setoriais serão tratados após a reforma.

Adicionalmente, 15% afirmaram não compreender totalmente como a segunda fase das mudanças afetará seus regimes tributários. Brito atribui essa situação à dependência de regulamentações e detalhamentos governamentais.

Adoção de Sistemas e Preparação Setorial

Apesar das dúvidas, a pesquisa indica que há um progresso na preparação das companhias. O levantamento mostrou que 65% das empresas já iniciaram projetos de adaptação em seus sistemas fiscais e plataformas de gestão empresarial (ERP).

Em um comparativo com um estudo similar feito pela NTT DATA em 2025, o cenário era diferente, visto que naquela época, 38% das empresas ainda não haviam começado qualquer ajuste. Contudo, ainda há um grupo em fase inicial.

Riscos e Impactos Além do Fiscal

Para o executivo, os efeitos da reforma vão além do mero cálculo de tributos. A mudança pode alterar rotinas operacionais e as relações com fornecedores. É crucial, portanto, fazer um diagnóstico abrangente.

Segundo ele, não se trata apenas de uma questão tributária, mas de uma transformação estrutural que toca diversas áreas do negócio. As empresas também devem avaliar como a transição afetará toda a cadeia de fornecedores.

Principais Preocupações e Próximos Passos

Entre os riscos apontados, 27% das empresas citaram as mudanças nos processos internos como a maior preocupação. Outros 23% temem erros de apuração e possíveis autuações fiscais.

Diogo Brito enfatiza que a preparação exige tanto atualização tecnológica quanto o treinamento das equipes de gestão fiscal. Ele conclui que processos internos mal ajustados ou sistemas desatualizados podem gerar inconsistências e penalidades significativas.

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