OMS Intensifica Rastreamento Após Morte por Hantavírus em Voo Internacional

Rastreamento de Contatos Intensificado Após Morte por Hantavírus em Voo Internacional
A Organização Mundial da Saúde (OMS) está conduzindo um rastreamento abrangente de todos os passageiros do voo 4Z132, que viajava de Santa Helena para Joanesburgo, após o registro da morte de uma mulher holandesa devido a uma infecção por hantavírus.
O caso, que se desenrolou rapidamente, envolveu uma série de eventos que levaram a uma resposta coordenada internacional. A mulher adulta, que teve contato próximo com o primeiro caso identificado, apresentou sintomas gastrointestinais após desembarcar em Santa Helena em 24 de abril de 2026.
Sua condição se deteriorou durante um voo para Joanesburgo, na África do Sul, em 25 de abril, culminando em seu falecimento no pronto-socorro em 26 de abril.
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A confirmação do caso veio em 4 de maio, através de um teste PCR, que identificou a presença do hantavírus. A situação gerou preocupação imediata, levando a uma investigação detalhada e ao início do rastreamento de contatos em dois continentes: Europa e África.
O objetivo principal é identificar possíveis infecções entre indivíduos que tiveram contato com o navio e determinar a origem do surto.
Navio Ancorado em Cabo Verde e Contagem de Casos
Paralelamente, a agência de saúde da Organização das Nações Unidas (ONU) informou que a embarcação, que se tornou o epicentro do surto mortal, permanecia ancorada perto de Cabo Verde. A bordo, estavam quase 150 pessoas, aguardando para seguir rumo às Ilhas Canárias, na Espanha.
Três mortes foram confirmadas, e um corpo ainda permanece a bordo, de acordo com informações da OMS. Até o momento, oito casos foram registrados, com três deles sendo confirmados por exames laboratoriais.
Investigação e Hipóteses sobre a Origem do Vírus
Imagens da Associated Press mostram profissionais de saúde utilizando equipamentos de proteção individual para realizar a evacuação do navio. O hantavírus, conhecido por se espalhar através da inalação de fezes de roedores contaminados, pode ser transmitido de pessoa para pessoa, embora a OMS considere essa forma de transmissão como rara.
Duas equipes de investigação argentinas, que estão buscando a origem do surto, sugerem que um casal holandês pode ter contraído o vírus na cidade de Ushuaia. A investigação continua em andamento, com foco na análise das escalas do navio e na identificação de possíveis fontes de infecção.
Autor(a):
Redação ZéNewsAi
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