Deputados afirmam que o governo busca solucionar todos os “erros” na Suprema Corte, que transformou-se em um “instrumento de pressão” do Executivo.
Deputados da oposição questionaram publicamente o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em relação à possível anulação da redução do Imposto sobre Operações Financeiras no Supremo Tribunal Federal.
A decisão foi rejeitada pelo Congresso na quarta-feira (25 de junho de 2025), representando um revés histórico para o governo. O Palácio do Planalto pretende, então, levar a questão ao Supremo Tribunal Federal, alegando que não houve excesso de exorbitância no texto dos impostos propostos no decreto apresentado por Haddad.
O deputado federal e presidente do Republicanos, Marcos Pereira (SP), afirmou que, além de desconsiderar a decisão do Congresso, o governo busca converter um “fracasso político” em questão judicial. “Um movimento perigoso que desrespeita a democracia e diminui o papel do Legislativo”, declarou.
“Quem previu que o governo buscaria o STF após mais uma derrota no Congresso? Alguém consegue antever o que o STF fará? Eles reclamam da baixa popularidade. É semanalmente que se comete um atentado à Constituição”, escreveu o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP).
O deputado federal Mendonça Filho (União Brasil-PE) considerou “inaceitável” a “ameaça” de Haddad de recorrer ao STF. “Desde o início, o Governo Lula tenta transformar o STF num puxão de corda do Executivo, a cada derrota no Parlamento”. “A única agenda petista é aumentar impostos e sufocar quem trabalha e produz”, afirmou.
Fonte por: Poder 360
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