Palmeiras Acusa Flamengo e Grêmio de Manipulação na Libra 2026-2029

Palmeiras Acusa Flamengo e Grêmio de Manipulação em Disputa da Libra
O Palmeiras divulgou um comunicado oficial nesta quinta-feira (7), expressando sua forte discordância com as declarações do Flamengo e do Grêmio, publicadas na quarta-feira (6). O clube paulista questiona a veracidade das informações apresentadas pela dupla em relação à Liga do Futebol Brasileiro (Libra), especificamente em relação à partilha de direitos de transmissão para o período de 2026 a 2029.
Em sua nota, o Palmeiras afirma categoricamente que “não assinou nenhum documento que implique em receitas adicionais para o Grêmio”. Além disso, o clube paulista ressalta que o acordo recente com a Globo determina que o clube gaúcho, juntamente com outros signatários, deverá pagar um valor fixo anual ao Flamengo, sem que haja qualquer incremento nas suas próprias receitas.
O Palmeiras enfatiza que não participou de qualquer acordo celebrado unilateralmente entre Grêmio e Flamengo, fora do âmbito institucional da Libra. A situação se agrava com a recente saída do Palmeiras da Libra, ocorrida após o anúncio de um acordo entre a liga e o Flamengo com os demais clubes participantes, que previa um pagamento de R$ 150 milhões adicionais ao Palmeiras ao longo de quatro anos, em parcelas de R$ 37,5 milhões.
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Desdobramento da Negociação e Controvérsias
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, se manifestou contra o acordo, acusando o Flamengo de adotar “atitudes predatórias”. A medida, que envolveu a perda de recursos por parte de outros clubes, foi necessária para alcançar o valor desejado pelo presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista (Bap).
Apesar da saída da Libra, o Palmeiras não pretende se associar à Futebol Forte União (FFU) neste momento. A questão central da disputa reside na forma de distribuição das receitas de audiência, que se tornou objeto de intensa negociação e, posteriormente, de litígio judicial.
A Disputa Judicial e a Brecha no Estatuto
O Flamengo argumentou que a distribuição das verbas da Globo não era justa, buscando uma maior participação nas receitas de audiência. O clube carioca identificou uma brecha no estatuto da Libra, que não definia o peso de cada plataforma de transmissão no contrato com a Globo.
O estatuto da Libra estabelecia uma divisão de 40% para todos os clubes, 30% baseado na posição na tabela e 30% com base nas audiências. No entanto, a falta de definição sobre o cálculo das audiências por plataforma permitiu que o Flamengo questionasse judicialmente o repasse das verbas.
Após sete meses de negociação e arbitragem, a disputa finalmente chega a uma solução, após a identificação da brecha no estatuto da Libra e a busca por uma interpretação legal que garantisse a participação do Flamengo nas receitas de audiência.
Autor(a):
Redação ZéNewsAi
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