Parques e Entretenimento: Faturamento Dispara e Bilhões Chegam ao Brasil em 2025

Setor de Parques e Entretenimento Brilha com Crescimento e Investimentos
O setor de parques, atrações turísticas e entretenimento no Brasil apresentou um desempenho notável em 2025, com um faturamento de R$ 9,5 bilhões, um aumento de 12,8% em relação ao ano anterior. Essa performance positiva é evidenciada pelo Panorama Setorial – Parques, Atrações Turísticas e Entretenimento no Brasil, elaborado pelo Sistema Integrado de Parques e Atrações Turísticas (Sindepat) e pela Associação Brasileira de Parques e Atrações (Adibra), com produção da Noctua.
Análise do Mercado e Impacto Econômico
O estudo mapeou 869 empreendimentos, abrangendo desde parques temáticos e aquáticos até atrações turísticas e centros de entretenimento familiar (FECs). Um número expressivo de 143 milhões de visitantes também contribuiu para o crescimento do setor.
Pablo Morbis, presidente do Conselho do Sindepat, destacou que esses parques e atrações frequentemente são o principal atrativo de uma viagem, impulsionando a economia local através do impacto em hotéis, restaurantes e pequenos negócios. A expectativa é que esses números continuem a crescer, mesmo diante de desafios econômicos como juros elevados e inflação.
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Novos Investimentos e Projetos
O panorama setorial revela um cenário de desenvolvimento, com R$ 11,5 bilhões em investimentos programados para o setor. Deste montante, R$ 7,1 bilhões estão destinados a 70 novos projetos, distribuídos em 17 estados e 41 cidades. A região Sul concentra a maior parte dos investimentos (43,9%), seguida pelo Sudeste (35,1%).
Paulo Kenzo, presidente da Adibra, ressalta a importância da inovação e da criatividade para o setor, que busca constantemente novas atrações e melhorias na experiência do visitante.
Detalhes dos Investimentos e Financiamento
A maioria dos investimentos (28,6%) está focada em parques aquáticos, seguida por parques temáticos e de diversão (24,3%). Um terço (31%) dos 70 projetos prevê inauguração em 2025, enquanto 47% dos empreendimentos apostam nos modelos de timeshare e multipropriedade como principais motores de investimento.
A grande maioria dos projetos (77%) já possui financiamento estruturado, com recursos próprios como principal fonte de capital.
Empregos e Desafios do Setor
O setor de parques e atrações emprega atualmente 202 mil pessoas, incluindo empregos diretos, indiretos e terceirizados, um aumento de 6% em relação a 2024. Os novos projetos devem gerar 15 mil empregos diretos. Apesar da alta rotatividade do setor (46,2%), que ainda está abaixo da média nacional (56%), especialistas apontam a necessidade de otimizar processos de recrutamento e treinamento para reduzir custos e aumentar a produtividade.
Pedro Cypriano, CEO da Noctua, enfatiza que a reposição de funcionários pode representar um custo significativo para as empresas.
Autor(a):
Redação ZéNewsAi
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