Plano de Carreira supera salário: o que os profissionais buscam em 2026?

Plano de carreira supera salário em pesquisa Loved Companies 2025! Saiba o que move os profissionais e o que os faz pedir demissão. Clique e confira!

22/04/2026 16:13

3 min

Plano de Carreira supera salário: o que os profissionais buscam em 2026?
(Imagem de reprodução da internet).

Plano de Carreira Supera Salário e Benefícios na Escolha de Emprego

Os resultados da pesquisa Loved Companies 2025, conduzida pela consultoria ILoveMyJob, revelaram que o plano de carreira é um fator mais decisivo que salário e benefícios, tanto na definição do emprego ideal quanto nos motivos que levam os profissionais a pedirem demissão.

A pesquisa envolveu cerca de dois mil trabalhadores sob o regime CLT em diversas regiões do Brasil.

Ao descrever o emprego dos sonhos, 20,42% dos participantes citaram o crescimento ou um plano de carreira estruturado como prioridade máxima. Salário e benefícios vieram em segundo lugar, mencionados por 13,60% dos entrevistados. Em seguida, destacaram-se a colaboração entre equipes (12,46%), a transparência (9,69%), e a autonomia e flexibilidade (8,69%).

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Curiosamente, o fator que impulsiona as expectativas dos trabalhadores também lidera os motivos de desligamento voluntário. Questionados sobre o motivo de saírem de empregos anteriores, os respondentes apontaram a carência de oportunidades de crescimento ou de um plano de carreira bem definido como principal razão, com 14,66% das menções.

Em sequência, salário e benefícios foram citados por 13,78% dos entrevistados. Outros fatores relevantes incluíram a falta de reconhecimento e valorização (13,46%), sobrecarga de trabalho (12,02%) e a exigência de trabalho totalmente presencial (10,42%).

A Visão da Especialista sobre o Recrutamento

Angélica Madalosso, CEO e cofundadora da ILoveMyJob, explica que a avaliação do profissional começa muito antes da contratação formal. “Essa avaliação começa cedo, ainda no recrutamento, quando o candidato compara a promessa da marca empregadora com a experiência do processo seletivo”, afirmou a especialista em marca empregadora.

Saúde Mental e Estabilidade no Foco dos Profissionais

A consultoria apontou dois movimentos importantes nos dados coletados. O primeiro é o crescente valor de empresas mais consolidadas, vistas como ambientes mais estáveis para o desenvolvimento de carreira a médio e longo prazo. Organizações que investem consistentemente no desenvolvimento dos colaboradores se destacam na disputa por talentos.

O segundo movimento está ligado aos motivos de saída, onde a sobrecarga de trabalho ganhou peso significativo. Madalosso relaciona esse dado a uma epidemia de saúde mental no Brasil, impactando diretamente a relação das pessoas com o trabalho. Isso gera menor tolerância a jornadas excessivamente intensas sem suporte ou clareza de prioridades.

Canais de Busca e Empresas Mais Desejadas

Entre os meios mais utilizados para buscar vagas, o LinkedIn lidera o ranking, seguido pelo networking. Esse dado reforça a importância da presença digital das empresas e a necessidade de coerência entre o que é comunicado e o que o candidato vivencia no processo seletivo.

Em relação às empresas mais desejadas, o Itaú lidera o ranking nacional, seguido por Sicredi, O Boticário, Natura e Nubank. No panorama geral, que abrange multinacionais, o Google ocupa o primeiro lugar, seguido por Itaú, Apple, Sicredi, Amazon, Grupo Boticário, Natura, Coca-Cola, Nubank e Microsoft.

Conclusão: O Poder da Marca Empregadora

O levantamento indica que o Top 10 das empresas mais cobiçadas é composto por marcas com forte presença no dia a dia do consumidor, um fenômeno chamado “efeito halo”. A alta visibilidade no mercado tende a reforçar a percepção positiva da empresa como empregadora.

Além disso, agenda ESG, benefícios, flexibilidade e sinais de digitalização também são fatores de grande atratividade.

Um dado notável é que quase 15% dos respondentes não indicaram nenhuma empresa como desejada. A pesquisa interpreta isso como um sinal de expectativas elevadas e de uma busca por maior autonomia no ambiente de trabalho. A Loved Companies 2025 utilizou metodologia Top of Mind, com grau de confiança de 95% e margem de erro de 5%.

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