Promotor pede investigação sobre morte em “rope jump

Promotora investiga morte em “rope jump” após pedido de deputadas federais e indiciamento de instrutores.

26/06/2026 14:53

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A jovem morreu após ser lançada em um salto sem equipamento de segurança. Créditos: Reprodução
A jovem morreu após ser lançada em um salto sem equipamento de s...

O Ministério Público de São Paulo determinou uma investigação sobre possíveis crimes relacionados à morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, que tinha apenas 21 anos e veio a falecer após ser lançada sem cordas em um local conhecido como “rope jump” na Ponte em Limeira, no interior paulista.

Diante do caso trágico, as deputadas federais Erika Hilton, pelo PSOL – SP, e Tábata Amaral, pela PSB – SP, encaminharam formalmente ao Ministério Público Federal e também à Polícia Federal o pedido para apurar os fatos. A promotora Ana Maria Aiello Demadis já ordenou investigações detalhadas dos ataques ocorridos contra ela ou através da abertura de novo procedimento judicial; hoje há dois inquéritos paralelos tratando sobre a jovem.

Investigação criminal foca homicídio com dolo eventual

Em uma das linhas de investigação em curso, três instrutores foram indiciados por suspeita de crime mais grave: homicídio cometido com dolo eventual. Os nomes envolvidos são Luis Felipe Feliciano Egoroff, Maicon Fernandes Cintra e Vitor de Freitas Gonçalves, todos detidos pela polícia neste processo específico.

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A promotora Ana Maria Aiello Demadis determinou que seja feita apuração dos ataques no âmbito desses procedimentos ou na abertura total do caso para um novo inquérito judicial completo sobre a morte da jovem.**

Outras pessoas sob mira policial após o incidente

Por outro lado, em uma segunda frente investigativa conduzida pelas autoridades policiais, há foco nos desdobramentos envolvendo mais cinco indivíduos suspeitos. Três dessas pessoas foram presas preventivamente durante o último fim de semana por terem participado diretamente das circunstâncias fatais e subsequentes ao ocorrido.

Entre os detidos está João Antônio Pivetta Ribeiro da Silva, que tem 35 anos; ele é acusado justamente pelo fato de ter retirado a câmera utilizada para filmar Maria Eduarda logo depois da sua queda do alto.**

Outras figuras sob apuração são Evelyne dos Santos Gonçalves, com idade avançada de 43 anos — apontada como responsável pela organização ou grupo que realizava esses saltos perigosíssimos —, além de Gabriel Barros Martins. Este terceiro indivíduo possui 30 anos e foi preso por suspeita de fuga após o incidente na ponte em Limeira.

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