PSOL em crise na Alerj! Racha interno dificulta escolha de presidente. Saiba quem disputa e o que muda para o governo estadual.
O PSOL atravessa um momento de grande tensão na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Essa divisão interna tem dificultado a escolha de um candidato unificado para a presidência da Casa legislativa.
O impasse é agravado pela incerteza sobre um possível alinhamento com o grupo político do prefeito e pelas dúvidas quanto às regras da eleição suplementar para o governo estadual, que aguardam definição do Supremo Tribunal Federal (STF).
Nos bastidores, parlamentares relatam que a hesitação sobre apoiar nomes ligados a Eduardo Paes complica a formação de um consenso dentro da bancada. Há uma resistência em formar alianças com o centrão ou com a base de apoio do prefeito.
A definição de posicionamento deve ser formalizada em uma conferência marcada para este sábado, na sede do Sindisprev, no centro do Rio. O encontro visa deliberações sobre candidaturas para o governo estadual, para o Senado, para um eventual mandato-tampão e para a presidência da Alerj.
Diversos nomes foram colocados na disputa. Um deputado federal é apontado como possível candidato tanto para o mandato-tampão quanto para o governo. Além disso, o vereador William Siri também figura entre as opções consideradas.
Apesar disso, membros da legenda reconhecem a ausência de uma maioria consolidada em torno de qualquer candidatura, o que evidencia a profunda divisão interna do partido.
O principal foco de tensão reside na possível aproximação com Eduardo Paes. Uma parte da bancada manifesta rejeição em apoiar candidatos ligados ao grupo político do prefeito ou ao centrão.
Nomes associados a esse campo incluem os deputados Vitor Júnior (PDT), André Corrêa (PSD) e Rosenverg Reis (MDB). O deputado estadual Professor Josemar defende que o PSOL mantenha sua autonomia política, lançando uma candidatura própria para a presidência da Alerj, sem negociar com o grupo de Paes.
As divergências internas não se restringem apenas à política estadual. Elas abrangem também a leitura do cenário nacional e o posicionamento do partido em relação às eleições de outubro e ao mandato-tampão.
Enquanto isso, o grupo político de Eduardo Paes articula a construção de uma candidatura de unidade. O presidente estadual do PSD, deputado federal Pedro Paulo, defende a união de partidos de esquerda, dada a força do PL na Alerj.
Essa estratégia visa ampliar a bancada do PSD, que conta com seis deputados, até atingir dez cadeiras. Atualmente, o PL detém a maior bancada na Casa, com 22 parlamentares. A definição final sobre a presidência da Alerj deve aguardar a decisão do STF sobre o formato da eleição estadual.
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