Rapper Oruam e Família Envolvidos em Caso Policial Complexo do CV

Rapper Oruam e Família Envolvidos em Investigação do Comando Vermelho
A Polícia Civil do Rio de Janeiro intensificou as investigações sobre o rapper Oruam, mais conhecido como Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, que agora é suspeito de envolvimento com lavagem de dinheiro para o Comando Vermelho (CV). A operação, denominada “Contenção”, teve início em outubro de 2025 e busca desmantelar o braço financeiro da organização criminosa.
Alvos da Prisão Preventiva
Como parte da operação, mandados de prisão preventiva foram emitidos para Oruam, sua mãe, Márcia Nepomuceno, e seu irmão, Lucas Nepomuceno. Até o momento, os três estão sendo procurados pelas autoridades, que não conseguiram localizá-los. A investigação aponta para um sistema complexo de movimentação de recursos ilícitos.
A investigação detalha como o tráfico de drogas, ainda controlado pelo pai de Oruam, Marcinho VP, que está preso há quase 30 anos, era financiado e como esses recursos eram desviados para o circuito financeiro formal. A família de Marcinho VP também está sob investigação.
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Análise de Dados e Operações Policiais
A investigação se baseia na análise de dados extraídos de dispositivos eletrônicos apreendidos, além do cruzamento de informações telemáticas e financeiras. A Polícia Civil identificou um sistema estruturado de recebimento, pulverização e reinserção de valores ilícitos, com recursos provenientes do tráfico sendo repassados para operadores financeiros que fragmentavam os valores através de contas de terceiros.
Em 29 de janeiro de 2026, a Polícia Civil realizou operações em Jacarepaguá e na Barra da Tijuca, na zona sudoeste do Rio de Janeiro, cumprindo mandados de prisão e de busca e apreensão. A investigação revelou que os recursos eram utilizados para pagamento de despesas, aquisição de bens e ocultação patrimonial.
Histórico da Investigação e Prisão de Oruam
Oruam já estava sob investigação por tentativa de homicídio qualificado, mas, após ser solto com tornozeleira eletrônica em fevereiro de 2026, tentou disfarçar o fato de que a tornozeleira não estava funcionando, publicando um vídeo nas redes sociais.
A Justiça do Rio de Janeiro decretou a prisão preventiva do artista em 3 de fevereiro de 2026, após diversas violações das medidas cautelares impostas.
A medida foi determinada pela 3ª Vara Criminal da Comarca da Capital. O rapper, que já estava foragido e com tornozeleira eletrônica, publicou um vídeo nas redes sociais, no mesmo dia 3, em que aparece tentando carregar a tornozeleira eletrônica, sem sucesso.
Segundo o post, o cantor assumiu que o problema seria no carregador, o qual ele alega ter trocado, mas o problema persistiu.
A investigação também aponta para o papel de Márcia Nepomuceno, mãe do artista, que atua na intermediação de interesses do grupo fora do sistema prisional, participando da circulação de informações entre integrantes e de articulações envolvendo operadores da organização e agentes externos.
Em março de 2026, ela foi alvo de uma operação que visava desarticular a estrutura nacional do Comando Vermelho.
Autor(a):
Redação ZéNewsAi
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