Senado Rejeita Nomeação de Messias ao STF: Debate Acirrado e Controvérsias!

Senado rejeita indicação de Messias ao STF! Decisão histórica nesta quarta-feira (29) causa impacto no cenário jurídico. Saiba mais!

13/05/2026 11:01

2 min

Senado Rejeita Nomeação de Messias ao STF: Debate Acirrado e Controvérsias!
(Imagem de reprodução da internet).

Senado Rejeita Indicação de Jorge Messias ao STF

O Senado Federal decidiu nesta quarta-feira, 29, não aprovar a nomeação de Jorge Messias para o cargo de ministro no Supremo Tribunal Federal. A votação final foi apertada, com apenas 34 votos a favor e 42 votos contra. Para ser aprovado, Messias precisava de pelo menos 41 votos favoráveis.

A decisão veio após uma análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que aprovou a indicação por 16 votos para 11, após uma extensa sabatina que durou cerca de oito horas. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, anunciou o resultado, informando que a matéria será arquivada e comunicada à Presidência da República.

A sabatina foi marcada por um debate sobre o equilíbrio entre os poderes da República. Jorge Messias, advogado-geral da União, defendeu a necessidade de mudanças no STF, argumentando que a Corte deveria estar aberta ao aperfeiçoamento e que todo poder deve ser submetido a regras e contenções.

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Ele também abordou o tema do ativismo judicial, defendendo um equilíbrio entre a atuação do tribunal e os limites estabelecidos entre os Poderes.

Durante a sessão, Messias foi questionado sobre o tema do aborto pelo relator, Weverton Rocha, e adotou uma postura cautelosa, separando suas convicções pessoais de suas responsabilidades institucionais. Ele enfatizou que a competência para legislar sobre o assunto é do Congresso Nacional.

Além disso, ao responder a perguntas sobre os atos de 2023, Messias evitou fazer avaliações diretas, mas destacou os instrumentos legais existentes para a correção de eventuais irregularidades.

Em relação à liberdade de expressão, Messias defendeu a cautela do Judiciário, considerando a liberdade de expressão como um “farol” a ser perseguido. Ele também sugeriu que o debate sobre a desinformação, um tema complexo, deveria ser tratado pelo Legislativo.

Ao final, Messias reconheceu os desafios práticos das decisões judiciais e a possibilidade de falhas institucionais, afirmando que ninguém está imune a erros e que eventuais excessos podem ser revistos dentro do Estado de Direito.

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