Solange Pace revela como a comunicação estratégica sustenta empresas em mudanças. Saiba como alinhar liderança e cultura para o sucesso em 2026!
Em um cenário corporativo cada vez mais marcado por transformações estruturais, a comunicação assume um papel de protagonismo estratégico. Sua função transcende a mera transmissão de decisões, passando a ser vital para sustentar a cultura, o engajamento e, consequentemente, a performance geral da organização.
Para Solange Pace, diretora de RH e Comunicação da Medley, essa nova exigência demanda disciplina rigorosa, clareza nas mensagens e uma atuação profundamente integrada aos objetivos do negócio. A comunicação, portanto, deixou de ser vista apenas como um canal informativo e se estabeleceu como um instrumento direto de gestão.
Segundo Solange, um equívoco comum entre as empresas é tratar a comunicação de forma esporádica ou pontual. Ela enfatiza que não basta apenas comunicar uma vez; é fundamental estabelecer uma cadência estruturada.
Essa cadência deve alinhar mensagens entre liderança, Recursos Humanos e comunicação, além de criar espaços reais para a escuta ativa. Na prática, a Medley implementou uma estratégia em múltiplas camadas, utilizando fóruns abertos, encontros com líderes e conteúdos mais didáticos.
O foco é traduzir o contexto do negócio para todos os níveis hierárquicos.
A performance das equipes em períodos de mudança está intrinsecamente ligada à capacidade de suas lideranças. A executiva aponta que líderes que mantêm proximidade com suas equipes e conseguem traduzir a estratégia em ações práticas são os que garantem a manutenção dos resultados.
Neste contexto, o conceito de ambidestralidade ganha força: é preciso manter a eficiência nas operações atuais enquanto se constrói ativamente o futuro. Empresas que conseguem preservar sua identidade durante transformações demonstram maior capacidade de adaptação.
A cultura corporativa deixa de ser apenas um discurso institucional e passa a ser reconhecida como um ativo estratégico fundamental. Na Medley, pilares como qualidade, acesso à saúde e responsabilidade com as pessoas são mantidos como fundamentos inegociáveis.
Para o setor de RH, o desafio reside em assegurar que esses valores sejam vividos na prática diária, por meio de rituais estabelecidos, decisões tomadas e reconhecimento de comportamentos alinhados.
Manter os colaboradores engajados durante momentos de instabilidade exige mais do que apenas o cumprimento de metas e indicadores. Fatores como o senso de propósito, o sentimento de pertencimento e a proximidade da liderança emergem como determinantes cruciais.
Quando o funcionário compreende o impacto real de seu trabalho, há uma tendência natural ao aumento da estabilidade emocional e do comprometimento. Isso reforça o papel do RH na construção de narrativas que conectam a estratégia geral do negócio ao significado pessoal do trabalho.
A saúde mental ocupa um espaço central na pauta corporativa. Contudo, existe o risco de que o tema se limite a um mero discurso. Para evitar isso, as organizações precisam estruturar ações concretas e contínuas.
A Medley exemplifica isso com iniciativas como a assistente virtual Cássia e programas de apoio psicológico, mostrando uma abordagem prática. O desafio do RH é integrar o cuidado com o bem-estar diretamente à estratégia de performance, entendendo que resultados duradouros dependem de pessoas equilibradas.
A transformação do negócio exige um RH mais estratégico e menos reativo. A área deve possuir um entendimento profundo dos objetivos da empresa, atuando como elo entre estratégia, cultura e o capital humano. Isso implica questionar modelos tradicionais e contribuir para maior agilidade organizacional.
No ambiente de trabalho, o RH assume um papel central na construção de capacidades que sustentem o crescimento. Em cenários de mudança constante, destacam-se profissionais com alta adaptabilidade, senso de dono e capacidade de decisão mesmo sob incertezas.
A experiência da Medley ilustra essa mudança: o RH não é mais apenas suporte, mas sim um líder em processos críticos de transformação. Como afirma Solange, “Gerir pessoas é, necessariamente, gerir emoções”. A combinação de clareza estratégica, liderança próxima e cuidado humano consolida-se como base para a competitividade de longo prazo.
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