STF pressiona PGR a se pronunciar sobre Wassef em caso Joias Bolsonaro!
Dados de celular do advogado revelam “eventos fortuitos” e podem derrubar ex-presidente
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ordenou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresente sua posição sobre informações extraídas de aparelhos celulares do advogado Frederick Wassef. A solicitação surge no contexto da investigação que apura o desvio de joias e presentes recebidos pelo ex-presidente Jair Bolsonaro durante viagens internacionais.
A decisão, tomada em relação à Petição 11.645, foi motivada por um relatório da Polícia Federal (PF) que identificou “eventos fortuitos” nos dados dos celulares de Wassef, exigindo uma análise separada.
Em 4 de março, a PF comunicou ao STF que havia encontrado dados relevantes nos aparelhos de Wassef, que precisam ser investigados em paralelo com o caso principal. A Procuradoria-Geral da República (PGR) então solicitou o arquivamento do caso, argumentando que a legislação não define claramente se presentes recebidos por presidentes constituem crime.
No entanto, a PGR não se manifestou sobre o material específico fornecido pela PF relacionado a Wassef, levando o ministro Moraes a devolver os autos ao Ministério Público para que apresentasse sua análise.
A investigação da Polícia Federal (PF) resultou no indiciamento de 12 pessoas, incluindo Jair Bolsonaro, o ex-ajudante de ordens Mauro Cid, o pai de Cid, Mauro César Lourena Cid, e o advogado Frederick Wassef. A investigação aponta para o desvio de joias e esculturas douradas recebidas durante visitas oficiais a países como Emirados Árabes Unidos e Bahrein, em 2021. Além disso, foram identificados indícios de lavagem de capitais com o objetivo de enriquecimento ilícito do ex-presidente, além de tentativas de peculato.
A investigação da PF concluiu que Bolsonaro e Mauro Cid foram indiciados por crime contra a administração pública, o chamado peculato, pela apropriação de esculturas douradas. Também foram acusados de lavagem de capitais e tentativa de peculato.
A análise dos dados dos celulares de Wassef, agora sob análise da PGR, pode trazer novos desdobramentos para o caso. O sigilo do caso foi levantado em julho de 2024, após a PF apresentar o relatório final da investigação.
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