Suspeita é presa por envolvimento em ataque a terreiro na Bahia

Suspeita é presa por envolvimento em ataque violento contra terreiro na Bahia, após incidentes ocorridos em 2026.

06/07/2026 18:49

2 min

Fachada do terreiro Nzo Mutá Lombô ye Kayongo Toma Kwiza, alvo de vandalismo. Foto: Redes Sociais/Reprodução
Fachada do terreiro Nzo Mutá Lombô ye Kayongo Toma Kwiza, alvo d...

Uma mulher teve seu mandado de prisão preventiva cumprido pela Polícia Civil da Bahia na manhã desta segunda – feira no bairro Cajazeiras XI, em Salvador.

A ação policial ocorreu durante uma investigação que apura crimes relacionados ao ataque sofrido pelo terreiro Nzo Mutá Lombô ye Kayongo Toma Kwiza há pouco mais de um ano: o incidente registrado em 20 de janeiro de 2026. A suspeita foi detida por envolvimento com os atos e danos qualificados ocorridos naquele dia contra a instituição religiosa.

Detalhes do cumprimento dos mandados

As investigações levaram à prisão preventiva da mulher, além do acionamento simultâneo de um mandato específico para busca e apreensão no local onde ela residia ou estava sob custódia policial. Segundo informações divulgadas pela Polícia Civil (PCBA), foram recolhidos diversos materiais durante essa diligência judicial importante.

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Entre os itens confiscados estão dois aparelhos celulares, agendas pessoais e também um notebook eletrônico. Todos esses objetos serão encaminhados aos peritos forenses; sua análise deve contribuir significativamente aprofundando o trabalho das autoridades na apuração completa dos fatos criminosos envolvidos em Salvador.

A suspeita foi submetida integralmente aos exames legais obrigatórios após ser detida pelas forças de segurança pública da Bahia. Ela permanece à disposição do Poder Judiciário para dar seguimento ao processo legal que se desenrola no estado.

Investigação sobre ataques religiosos

Os crimes investigados remontam diretamente às ocorrências registradas contra o terreiro Nzo Mutá Lombô ye Kayongo Toma Kwiza, localizado no bairro Cajazeiras XI e situado em salvador (BA). No dia 20 de janeiro de 2026, a fachada física e até mesmo o portão principal deste espaço religioso foram vandalizados com pichações contendo as mensagens “Jesus” e também “assassinos”.

O caso foi conduzido pela Delegacia Especializada de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa (Decrin), unidade que faz parte do Departamento de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV) da Polícia Civil. A polícia conseguiu identificar a suspeita após analisar minuciosamente imagens coletadas por videomonitoramento.

A coleta dessas provas materiais permitiu às autoridades fundamentar os pedidos das medidas judiciais necessárias para o avanço dos trabalhos investigativos contra quem cometeu esses atos em 20/1 junto no ano passado. O nome completo dessa mulher não foi divulgado pela corporação policial até esta publicação jornalística.

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