USAID sob ataque: Nova estratégia e planos secretos para dominar o mundo

Nova Estratégia da USAID e Desafios Globais
A Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) implementou, em fevereiro do ano passado, uma nova estratégia que envolveu a recolha de pertences pessoais dos funcionários em escritórios onde trabalhavam há décadas. Cada um teve que transportar suas próprias caixas de papelão, sem que a agência fornecesse esse material.
Essa ação, acompanhada de escoltas que se assemelhavam a guardas, culminou no esvaziamento de escritórios e, de forma silenciosa, no encerramento de um mundo de possibilidades.
Apesar das controvérsias e suspeitas de encobrir operações de espionagem da Central de Inteligência (CIA), a USAID, através de seus programas, contribuiu para evitar mais de 90 milhões de mortes nos últimos 20 anos, combatendo doenças graves em todo o mundo.
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O fechamento da agência interrompeu programas globais de saúde e assistência humanitária financiados pelos EUA, um evento que não se limitou a um simples gesto irresponsável por parte de Donald Trump.
A Ascensão de uma Ideologia Conservadora
Após implementar uma agenda ultraconservadora nos EUA, o governo do republicano intensificava a exportação da ideologia de extrema-direita, com o apoio de grupos políticos em diversas partes do globo. O primeiro passo foi desmontar a forma como os norte-americanos interagiam com governos estrangeiros, buscando substituir esse modelo por uma operação de imposição de uma nova agenda.
Um estudo do Global Project Against Hate and Extremism revela um plano meticuloso, bilionário e ambicioso para alterar a ordem mundial, transformando o movimento de extrema-direita em uma força global.
Expansão da Influência
Essa influência se manifesta na promoção de políticas que restringem direitos, como a Declaração de Consenso de Genebra, que nega o direito internacional ao aborto e define uma visão limitada da família. A coalizão, que inclui 40 países governados por lideranças autocráticas, busca bloquear diretrizes que expandem direitos ou se opõe a financiamento para causas progressistas.
O governo Trump abandonou 66 entidades internacionais e cortou 380 milhões de dólares em contribuições.
A América Latina como Laboratório
A América Latina tornou-se um laboratório para essa ideologia reacionária, com figuras como José Antonio Kast no Chile, Nasry Asfura na Honduras e Rodrigo Paz na Bolívia, que se alinharam com a agenda do Projeto 2025. A Argentina, sob a liderança de Javier Milei, adotou políticas ultraconservadoras, restringindo o acesso à terapia hormonal para menores transgêneros e removendo o feminicídio do Código Penal.
El Salvador, sob Nayib Bukele, tornou-se um modelo para políticas repressivas de deportação, enquanto o Paraguai, sob Santiago Peña, implementou políticas que desaceleram o progresso das mulheres e da comunidade LGBTQ+.
Desafios à Unidade Internacional
A influência da extrema-direita norte-americana se estende a outros países, como o Burundi, onde a parceria entre a USAID e o governo local promove a abstinência, e Uganda, onde a aproximação com os EUA coincide com a aprovação de uma das leis anti-LGBTQ+ mais agressivas do mundo.
O Quênia, sob William Ruto, assinou um acordo com os EUA para se tornar um modelo para a Estratégia Global de Saúde “América Primeiro”.
Autor(a):
Redação ZéNewsAi
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