Varejo no Brasil: Crescimento Surpreende em Março de 2026 e Revela Tendências!

Varejo brasileiro surpreende com alta em março de 2026! 🚀 Crescimento de 0,5% impulsiona o setor. Saiba mais!

25/05/2026 11:49

3 min

Varejo no Brasil: Crescimento Surpreende em Março de 2026 e Revela Tendências!
(Imagem de reprodução da internet).

Varejo Brasileiro Apresenta Crescimento em Março de 2026

O setor varejista brasileiro registrou um crescimento de 0,5% nas vendas em março, em comparação com fevereiro, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse resultado positivo, já descontando variações sazonais, demonstra uma tendência de recuperação para o mercado.

O acumulado do ano até o mês de março alcança um aumento de 2,4% nas vendas, e em um período de 12 meses, o varejo avançou 1,8%. A performance se destaca em todas as oito categorias de produtos analisadas pelo IBGE.

Desempenho por Categoria

Um dos destaques do mês foi o setor de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação, que apresentou um crescimento expressivo de 22,5%. Outras categorias com bom desempenho foram artigos de uso pessoal e doméstico (11,1%) e livros, jornais, revistas e papelaria (10,2%).

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No entanto, algumas categorias registraram quedas nas vendas. Hipermercados e supermercados apresentaram uma diminuição de 1,4%, enquanto móveis e eletrodomésticos tiveram uma queda de 0,9%. Essas variações refletem a diversidade do mercado varejista brasileiro.

Varejo Ampliado Também Cresce

O chamado varejo ampliado, que inclui veículos, material de construção e o atacado de alimentos, bebidas e fumo, também apresentou crescimento. No acumulado do ano, o segmento sobe 1,9%, impulsionado por avanços em setores como veículos e motos, partes e peças (12,6%) e material de construção (8,1%).

O atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo subiu 8,7%.

Desempenho Regional e Impacto da Medida Provisória

Em nível regional, o comércio varejista teve um desempenho positivo em 19 das 27 unidades da federação na comparação mensal. Os estados do Maranhão, Amazonas e Piauí se destacaram com avanços de 3,8%, 3,7% e 3,5%, respectivamente. Já os estados com maior queda foram Bahia (-2,2%), Pernambuco (-2,0%) e São Paulo (-1,0%).

Na comparação com março de 2025, o varejo avançou em 24 das 27 unidades da federação. Pernambuco, Distrito Federal e Rio Grande do Norte apresentaram os maiores avanços, com 14,2%, 11,7% e 9,4%, respectivamente. São Paulo foi um dos poucos estados a registrar queda, com recuo de 0,8%.

Um evento relevante que impacta o setor ocorreu em um dia após o anúncio da Medida Provisória do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que zera o imposto de importação para compras internacionais de até US$ 50 em sites como Shein e AliExpress.

Além disso, a MP reduz o imposto de importação de 60% para 30% em compras internacionais entre US$ 51 e US$ 3 mil feitas por meio de remessas postais.

As ações de varejistas de moda apresentaram queda, com C&A (CEAB3) e Lojas Renner (LREN3) em leilão, após registrar queda de 1,46% e 1,46%, respectivamente. A Riachuelo (RIAA3) teve uma queda mais acentuada, de 2,8%. Analistas do BTG Pactual identificaram as três varejistas com maior exposição ao risco competitivo trazido pela nova medida.

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