Zema ataca fim da escala 6×1 e propõe flexibilização da CLT em crítica a Lula

Zema ataca fim da escala 6×1 e defende flexibilização da CLT! Ex-governador de Minas Gerais critica Lula e propõe solução para a economia. Saiba mais!

13/05/2026 09:01

3 min

Zema ataca fim da escala 6×1 e propõe flexibilização da CLT em crítica a Lula
(Imagem de reprodução da internet).

Zema Criticando Fim da Escala 6×1 e Defendendo Flexibilização da CLT

O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, lançou críticas contundentes ao fim da escala de trabalho 6×1, defendendo que a medida é um “remédio incorreto” e “populista”, especialmente no contexto eleitoral. Em entrevista ao jornal O Minheiro, Zema, que figura com apenas 3% nas pesquisas de intenção de voto, argumentou que o governo Lula não está abordando as causas raízes da questão, que, na sua visão, reside na falta de renda e poder de compra da população brasileira.

Zema enfatizou a necessidade de aumentar os salários e a produtividade, ressaltando que o alto custo de crédito tem sido um obstáculo para investimentos e crescimento econômico. Ele acredita que a solução para o problema do trabalhador é a liberdade de escolha entre diferentes modelos de trabalho, como já ocorre em diversos países.

A proposta do ex-governador é apresentar uma alternativa de flexibilização da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), permitindo que empregados e empregadores decidam qual modelo se adapta melhor às suas necessidades.

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“O que o Brasil precisa é melhorar o salário, a produtividade, que também não melhora porque não tem ninguém investindo com essa taxa de juros tão alto”, declarou Zema, demonstrando preocupação com a situação econômica do país. Ele defende que a flexibilização da CLT pode trazer benefícios para ambos os lados, permitindo que empresas e trabalhadores se adaptem às novas realidades do mercado de trabalho.

Tramitação da PEC e do PL: Diferentes Abordagens no Congresso

A discussão sobre o fim da escala 6×1 está sendo acompanhada de perto no Congresso Nacional, onde duas propostas tramitam em paralelo. Uma proposta de Emenda à Constituição (PEC) busca uma abordagem mais ampla e com possibilidade de transição gradual, enquanto um Projeto de Lei (PL) propõe uma aplicação imediata e rápida da mudança.

O governo federal defende a jornada de 40 horas semanais, com manutenção de salários e dois dias de descanso, sem período de adaptação.

No entanto, setores do Congresso e da iniciativa privada expressam preocupação com a rapidez da mudança, defendendo um modelo mais gradual, com compensações e ajustes por setor. Representantes de setores como o de pequenos negócios alertam para o risco de aumento de custos e pressão sobre os preços, caso a mudança seja implementada de forma abrupta.

A EXAME reportou que esses setores temem o impacto da medida na economia.

A disputa entre o governo e o senador Márcio Bloco pela tramitação das propostas no Congresso tem gerado tensões e debates acalorados, com diferentes visões sobre o que é melhor para o trabalhador brasileiro e para a economia do país.

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