Alcolumbre e Bolsonarismo Formam Aliança Perigosa Contra a Democracia Brasileira

Alcolumbre e o bolsonarismo unem forças contra Lula! Aliança surpreendente ameaça a democracia brasileira após vetos e busca remodelar o poder. Retorno de

21/05/2026 07:46

4 min

Alcolumbre e Bolsonarismo Formam Aliança Perigosa Contra a Democracia Brasileira
(Imagem de reprodução da internet).

Aliança Inusitada e a Ameaça à Democracia Brasileira

Em 2026, uma aliança improvável entre o presidente do Senado, David Alcolumbre, e o bolsonarismo, personificada no abraço com o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, emerge após a aprovação de vetos de Lula em relação à anistia para os envolvidos no ataque de 8 de janeiro. Essa união vai muito além de uma simples estratégia eleitoral para a oposição, representando uma tentativa de remodelar a estrutura do poder no Brasil, abrangendo o controle do Executivo, do Legislativo e, em um futuro próximo, do Supremo Tribunal Federal (STF). Essa nova ameaça à democracia se assemelha a tentativas anteriores, incluindo a que culminou no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, completando dez anos em 2026.

Um Golpe em Etapas

O elemento comum entre os eventos que levaram à queda de Dilma e a situação atual reside na motivação de indivíduos movidos por uma sede de vingança pessoal e pelo desejo de controlar o poder financeiro e político derivado das emendas parlamentares. Alcolumbre, por exemplo, liderou a rejeição de Jorge Messias para o STF, demonstrando uma clara oposição a Lula, que não escolheu um nome de sua preferência e conduziu o processo sem consultar Alcolumbre. Essa situação ecoa o comportamento de Eduardo Cunha em 2016, quando ameaçou iniciar o processo de impeachment contra Dilma caso o PT votasse a favor de um processo contra ele no Comitê de Ética da Câmara.

A Dinâmica do Orçamento Secreto

No entanto, essa ação não se limita à vingança pessoal. Existe uma tradição nas elites brasileiras de buscar a cassação de direitos e a promoção de retrocessos. Além disso, há uma nova tentativa de reorganizar a República, submetendo o Executivo e o Judiciário a um Parlamento que, segundo a lógica das emendas e do fundo eleitoral, continuará sendo dominado pela mesma maioria que tem buscado golpear a democracia nos últimos dez anos. Cunha iniciou esse processo em 2015, ao aprovar a primeira Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que consolidava a figura jurídica das emendas impositivas, dando início ao sequestro do orçamento da União pelos parlamentares.

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O Papel do Congresso e o STF

Essa dinâmica golpista se manifesta na forma como os congressistas avançam sobre os recursos públicos sem assumir responsabilidades políticas ou legais. Quando o governo federal executa o Orçamento, ele se depara com regras rígidas de distribuição dos recursos e a necessidade de inseri-los em políticas públicas e programas governamentais. Essa exigência implica em prestar contas à população e aos órgãos de controle. Já os parlamentares, com as emendas, não querem fazer nem uma coisa nem outra. O Congresso, como instituição, tem resistido ferozmente às tentativas do STF de impor controles e fiscalização ao uso das emendas, mesmo que isso signifique impedir ministros do Supremo. Eles se recusam a vincular as emendas às políticas públicas do Estado brasileiro, lutando para manter o controle sobre esse recurso, distribuindo benefícios para seus aliados, ignorando critérios técnicos como a população do município ou a demanda real por aquilo que está sendo ofertado pelas emendas.

A Resistência Popular e a Mobilização

Duas dinâmicas políticas e institucionais têm impedido a conclusão desse golpe desde 2016: a resistência popular, que se manifesta na capacidade da esquerda de eleger um presidente da República, e a resistência do STF. A necessidade de impedir a vitória de Lula em 2026 e, consequentemente, a continuidade desse projeto golpista, exige uma maioria no Senado capaz de impedir ministros do Supremo e garantir a indicação dos quatro próximos integrantes do STF. Essa resistência se fortalece com a mobilização popular, que se tornou evidente na experiência do golpe parlamentar contra Dilma em 2016 e que precisa ser reforçada em 2026.

A vantagem das forças democráticas reside no aprendizado da última década de retrocessos. Uma lição crucial é que a mobilização não pode ser apenas uma reação à ameaça, mas também uma proposição de avanços nos direitos e em melhorias concretas para o povo. Em 2016, a falta de perspectivas de conquistas contribuiu para a derrota das forças democráticas. Em 2026, a mobilização deve se dar não apenas contra o golpe e a extrema-direita, mas também em defesa de bandeiras como o fim da escala 6 x 1, os direitos das mulheres e o pacto contra o feminicídio, a tarifa zero e outras pautas efetivas. É nessa dinâmica de luta que a democracia prevalecerá, não apenas nas eleições com a vitória de Lula, mas na vida do povo brasileiro.

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