Apicultores combatem invasão de vespas asiáticas nos EUA

Apicultores enfrentam crise inédita diante da invasão das vespas asiáticas, ameaçando produção apícola nos EUA.

15/07/2026 14:43

3 min

Abelhas: diferentes espécies desenvolveram formas próprias de produzir mel
Abelhas: diferentes espécies desenvolveram formas próprias de pr...

Apicultores do sul dos Estados Unidos enfrentam um desafio crescente: suas colmeias estão mostrando sinais de medo e recusa em sair para fora.

O motivo desse comportamento incomum é o temor causado por uma espécie invasora que paira na região há poucos anos — as vespas asiáticas se estabeleceram no país como séria ameaça às abelhas americanas nativas.

A chegada das predadoras ao Lowcountry

Originárias do Sudeste Asiático, essasvespas chegaram aos EUA provavelmente embarcadas via navios cargueiros. Elas foram avistadas pela primeira vez perto da cidade de Savannah, localizada na Geórgia, ainda em 2023 e logo depois começaram a espalhar – se rapidamente pelo trecho costeiro conhecido como *Lowcountry*, na Carolina do Sul.

Leia também

O perigo é descrito por especialistas locais: as vespas são consideradas caçadores brutais e extremamente eficientes. Mesmo sendo menores que um clipe de papel, elas atacam decapitando suas vítimas para remover asas e patas — partes essenciais usadas no acesso ao abdômen das abelhas, onde se concentra o nutriente mais valioso.

A presença dessas predadoras força os apicultores diante de uma escolha impossível nas colmeias; ou arriscar sair em busca de recursos fora da área segura correndo risco constante de desmembramento pelos ataques, ou permanecer dentro do ninho até esgotar todos os suprimentos vitais.

Estratégia estadual contra a invasão

Diante desse cenário alarmante, as equipes estaduais intensificaram esforços para conter o avanço. Em 2024, por exemplo, fiscais locais já haviam localizado e removido um total de dezesseis ninhos na região costeira. Até junho de 2026, esse número aumentou consideravelmente; foram retirados no mínimo trezentos quarenta e cinco ninhos em geral da área afetada pela espécie exótica.

A resposta coordenada é liderada pelo inspetor Brad Cavin, que atua pelos apiários da Universidade Clemson. Ele descreve a missão com forte vocabulário bíblico ao se referir à *Lowcountry*, chamando o local de “Jardim do Éden” onde estão lutando contra um mal maior.”

Monitoramento avançado das vespas. Para combater as predadoras asiáticas, os esforços combinam mais de quatro mil trezentas armadilhas espalhadas por toda região. Essas trapaças são atraídas usando uma mistura específica chamada “suco da Geórgia”, feita de suco de uva e açúcar mascavo.

Além disso, a equipe utiliza rastreadores eletrônicos presos às próprias vespas com fio de Kevlar após anestesiá – las utilizando gelo para o procedimento inicial. Depois que essas criaturas se alimentam do mel capturado nas armadilhas, elas recebem soltura monitorada até revelar exatamente onde está localizado um ninho ativo na área afetada pelo risco invasor.

Aqui no ZéNewsAi, nossas notícias são escritas pelo José News! 🤖💖 Nós nos esforçamos para trazer informações legais e confiáveis, mas sempre vale a pena dar uma conferida em outras fontes também, tá? Obrigado por visitar a gente, você é 10/10! 😊 Com carinho, equipe ZéNewsAi 📰 (P.S.: Se encontrar algo estranho, pode nos avisar! Adoramos feedbacks fofinhos! 💌)

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ative nossas Notificações

Ative nossas Notificações

Fique por dentro das últimas notícias em tempo real!