Banco do Brasil Alerta: Inadimplência no Cartão de Crédito Dispara em 2026

Banco do Brasil prevê alta em inadimplência de cartões em 2026! ⚠️ Executivos alertam para piora no comportamento dos clientes e aumento da inflação.

20/05/2026 14:19

2 min

Banco do Brasil Alerta: Inadimplência no Cartão de Crédito Dispara em 2026
(Imagem de reprodução da internet).

Banco do Brasil Alerta para Aumento da Inadimplência em 2026

O Banco do Brasil sinalizou que a inadimplência, especialmente no cartão de crédito, deverá aumentar significativamente no segundo trimestre de 2026. Essa preocupação foi expressa por executivos do banco durante uma coletiva de imprensa sobre os resultados financeiros do primeiro trimestre do ano.

Apesar de reconhecerem um agravamento do risco de crédito no agronegócio e no consumo das famílias, os executivos destacaram a principal causa da preocupação: o comportamento dos clientes do cartão de crédito, que demonstram menor capacidade de lidar com as dificuldades econômicas. “Observamos uma piora no comportamento, principalmente do nosso cliente de cartão de crédito.

O cliente que tem menos resiliência ao cenário econômico”, declarou o Chief Revenue Officer (CRO) do banco.

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A situação se agrava com o aumento da inflação, que impacta tanto as operações do agronegócio quanto as de clientes pessoa física. Como muitos agricultores concentram suas finanças no setor rural, qualquer restrição no fluxo de caixa das atividades agrícolas se reflete diretamente em despesas pessoais e no consumo de crédito no varejo.

Diante desse cenário, o Banco do Brasil decidiu aumentar as provisões de risco de crédito de forma preventiva, antecipando o aumento da inadimplência. O banco registrou um salto de 85,8% nas provisões para devedores duvidosos (PDD), atingindo 18,9 bilhões de reais em março.

Esse valor visa cobrir o risco de não pagamento das dívidas dos clientes.

Indicadores de Risco em Aumento

O índice de inadimplência acima de 90 dias da carteira de crédito subiu de 3,63% para 5,05% nos primeiros três meses de 2026. Essa deterioração da qualidade do crédito também afetou o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE), que caiu para 7,3% no trimestre.

“Ele é muito fruto desse agravamento do risco, principalmente na carteira rural e também um pouco agora prudencialmente que fizemos na carteira de pessoa física”, afirmou Geovanne Tobias, vice-presidente financeiro do Banco do Brasil. A instituição financeira adota uma postura cautelosa, buscando proteger seus resultados diante das perspectivas de aumento da inadimplência.

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