Crise no petróleo! Brent dispara a quase 2 anos e WTI sobe 8,5%. Aumento drástico na cotação causa pânico e inflação nos EUA. Estreito de Ormuz em risco: Irã ameaça fechar passagem!
O petróleo tipo Brent, referência global do mercado, registrou um fechamento histórico hoje, atingindo a maior cotação em quase dois anos. O barril encerrou a sessão regular a US$ 85,41, com um aumento expressivo de 4,93%. Paralelamente, o WTI, petróleo americano e indicador da inflação nos EUA, apresentou uma alta ainda mais acentuada, de 8,51%, fechando a US$ 81,01.
Essa valorização se deve, em grande parte, à crescente preocupação do mercado com possíveis interrupções prolongadas na oferta global de petróleo.
O aumento nos preços do petróleo tem gerado reflexos diretos na economia americana. Nos Estados Unidos, o valor médio da gasolina subiu quase 27 centavos de dólar por galão em comparação com a semana anterior, atingindo US$ 3,25, segundo dados da associação de motoristas AAA.
Essa escalada nos preços lembra o cenário de março de 2022, quando a invasão da Ucrânia pela Rússia desencadeou uma forte alta nos preços globais da energia.
A tensão geopolítica na região do Golfo Pérsico se intensificou com relatos de ataques a petroleiros. A imprensa estatal iraniana confirmou um ataque com míssil a um petroleiro, enquanto a Guarda Revolucionária do país ameaçou fechar o Estreito de Ormuz, alertando sobre possíveis ataques a embarcações que tentassem atravessar a passagem.
A Marinha britânica também relatou uma grande explosão em um petroleiro ancorado no Iraque, com uma pequena embarcação sendo vista fugir do local.
Diante do aumento do risco, armadores e operadores logísticos têm evitado enviar navios para a região, o que resultou em uma drástica redução no fluxo de petroleiros pelo Estreito de Ormuz. Essa passagem é crucial para o mercado global, responsável por cerca de 20% de todo o petróleo consumido no mundo, conectando o Golfo Pérsico aos principais mercados internacionais.
Em resposta à crise, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que o governo americano pode oferecer seguro contra risco político para navios que operarem na região e que a Marinha dos EUA poderá escoltar embarcações no Golfo Pérsico, caso seja necessário garantir a segurança da navegação.
No entanto, as autoridades americanas ainda não estabeleceram um prazo para a normalização do fluxo comercial. A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, informou que o governo acompanha o cenário em conjunto com os departamentos de Defesa e de Energia, sem prever uma data para a retomada segura do transporte marítimo.
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