Labubu, o monstrinho viral, dominou 2025! Acessório assustador e icônico, a febre do Labubu explodiu nas redes sociais e na moda. Mas a bolha estourou em 2026! Luxo e extravagância: bonecas e peluças de grife invadem o mercado. Prada e Fendi apostam pesado! Descubra a nova febre que está bombando no mundo do luxo
Quem passou por semanas de moda em 2025 ou acompanhou o que rolava nas redes sociais, viu uma coisa clara: o Labubu estava em todo lugar. Pequeno, com um visual um tanto monstruoso, o personagem era visto pendurado em bolsas e mochilas, e rapidamente se tornou um ícone.
Mas, como acontece com muitos fenômenos da moda, seu sucesso não duraria para sempre.
As grandes marcas de luxo, que prestaram atenção nas tendências, ficaram incomodadas com a popularidade do Labubu. A empresa chinesa, responsável pela fabricação dos “monstrinhos”, viu suas ações quadruplicarem na bolsa de Hong Kong em 2024, e em 2025, a empresa chegou a um faturamento impressionante.
No entanto, a bolha estourou no começo de 2026, com a queda dos ativos da companhia e uma desaceleração nas vendas. Apesar disso, o “império” da marca ainda está de pé, com uma base sólida.
Em um mundo onde as tendências mudam rapidamente, o espaço deixado pelo acessório viral do Labubu já está sendo ocupado por novas apostas. Marcas de luxo estão investindo em um novo tipo de febre: bonecas e bichinhos de pelúcia. O consumo de acessórios infantis despertou uma resposta no mercado, um movimento que contrasta com o minimalismo que dominava as passarelas e redes sociais nos últimos anos.
Em vez das maquiagens simples e dos penteados justos, as novas tendências incluem estampas ousadas, acessórios grandes e chamativos, e tecidos pesados. E, claro, pelúcias penduradas nos looks, para completar o visual. Apesar da queda dos Labubus, a procura por “penduricalhos” para um estilo maximalista continua alta, e o mercado de luxo está de olho.
A Prada foi uma das primeiras a entrar nessa moda, apresentando uma linha própria de ursinhos de pelúcia vestidos com versões em miniatura de peças da marca. O projeto, chamado “Teddy”, já aparece em vitrines digitais como um objeto de desejo, com preços que ultrapassam R$ 5 mil por unidade.
A tiragem é limitada.
A Fendi seguiu outro caminho, criando um elenco próprio de personagens: Harry, Filippo, Tim e Jinny. Com expressões únicas, estilos definidos e até acessórios próprios, os bonecos foram além da estética – cada um representa uma faceta do imaginário da grife.
A escala também impressiona: alguns modelos têm o mesmo tamanho (ou até mais) que as bolsas da própria marca.
Essa aposta sugere que a tendência vai muito além de um modismo passageiro. O ciclo iniciado por um monstrinho viral abriu espaço para uma nova categoria de consumo: o acessório de afeto com aura de luxo. Se antes eram apenas enfeites, agora esses personagens se tornam peças centrais da narrativa das marcas.
E o público responde com empolgação.
Uma das explicações para o sucesso do Labubu e, agora, dos bichinhos de luxo, é o padrão de vestimenta das novas gerações. Se os Millennials tinham medo de parecerem mais jovens, a Geração Z não tem problema com isso. E a Alpha segue pelo mesmo caminho.
As combinações com itens infantis ou inusitados, de zíperes a ursinhos de pelúcia como acessórios, tornam as composições mais autênticas – e isso é algo que os Genz’s valorizam na moda.
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