Meta em Crise: Demissões em Massa e Revolta Interna Contra Zuckerberg

Meta em crise: demissões em massa abalam a empresa! 8 mil funcionários podem perder emprego em maio. Desconfiança e protestos internos ameaçam o futuro do

18/05/2026 14:40

3 min

Meta em Crise: Demissões em Massa e Revolta Interna Contra Zuckerberg
(Imagem de reprodução da internet).

Meta Enfrenta Demissões em Massa e Desconfiança Crescente

A Meta, proprietária do Facebook e Instagram, está prestes a anunciar uma das maiores rodadas de demissões em sua história. Informações da Bloomberg indicam que cerca de 8 mil funcionários, representando aproximadamente 10% da força de trabalho global, podem ser afetados.

Os cortes estão previstos para começar em 20 de maio, gerando grande apreensão entre os colaboradores.

Mudanças Estratégicas e Impacto nos Funcionários

Em 2026, a empresa, que também detém o Facebook, apresentou um lucro de quase US$ 27 bilhões, ao mesmo tempo em que elevou a previsão de investimentos em infraestrutura para um intervalo entre US$ 125 bilhões e US$ 145 bilhões. O CEO, Mark Zuckerberg, atribuiu essa mudança ao impacto da inteligência artificial (IA) na empresa, que, segundo ele, reduziu a necessidade de grandes equipes.

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No entanto, essa rápida transformação não foi bem recebida pelos funcionários, que expressam insatisfação com as mudanças.

Reações e Descontentamento Interno

Um funcionário do Instagram, citado pela publicação Wired, relatou que “todo mundo está infeliz”. Apenas os executivos não estão sentindo os impactos das mudanças. A empresa já havia realizado uma demissão em massa de 3.600 funcionários em 2023, focada em desempenho inferior, e agora enfrenta novas turbulências.

A situação se agrava com a possibilidade de mais demissões e a busca por pacotes de indenização que incluem, no mínimo, 16 semanas de salário e 18 meses de cobertura de saúde.

Sindicatos e Preocupações com a Vigilância

No Reino Unido, funcionários começaram a organizar um sindicato em parceria com o United Tech & Allied Workers, o mesmo grupo que auxiliou na sindicalização de outros funcionários da Meta em protesto contra contratos de IA com o exército americano.

A instalação de um programa de monitoramento, chamado Model Capability Initiative (MCI), também gerou grande preocupação. O software coleta dados de comportamento dos funcionários para treinar sistemas de IA, e a adesão não é voluntária.

Resistência e Reações da Alta Gestão

Diante das reclamações, o CTO da Meta, Andrew Bosworth, reagiu de forma agressiva, segundo relatos de funcionários. A decisão de não implementar o programa em países como os da União Europeia, devido a regulamentações de proteção de dados, demonstra a complexidade da situação.

A Meta confirmou a existência do programa, mas assegura que há salvaguardas e que os dados não são utilizados para outros fins.

Apesar das garantias, o desconforto persiste, impulsionado pela queda na remuneração média da empresa, que caiu de US$ 417 mil anuais em 2024 para US$ 388 mil no ano passado, enquanto Zuckerberg recebe pacotes de até US$ 100 milhões por ano. Além disso, mais de 1 mil engenheiros seniores foram transferidos para uma nova divisão de IA aplicada, gerando uma sensação de instabilidade para muitos funcionários.

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